Ex-assessor de FHC afirma saber quem é o pai do filho de Mírian

Postado em 24 de fevereiro de 2016 às 10:19 am

Do jornalista Mino Pedrosa:

Muito tem se falado e muito ainda se há de falar sobre o caso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a ex-jornalista global Miriam Dutra, cujo pivô da história é o filho da repórter Tomás Dutra Schimidt, de 23 anos, assumido por FHC forçadamente em 2009, mesmo tendo dois exames de DNA negativado em 2011.

A pergunta que apimenta mais este folhetim é: quem seria o verdadeiro pai de Tomás?

E outra pergunta vem a reboque: Porque Miriam Dutra jamais revelou quem é o verdadeiro pai de Tomás?

Este repórter revela o nome do pai do rebento e a verdade deste segredo de alcova, ouvido nas cozinhas das duas famílias envolvidas no desenrolar desse novelo. Durante um ano foi assessor da Campanha à Presidência da República de FHC convivendo 24 horas com o candidato. Quanto a família Sarney, ajudou na candidatura ao Governo do Maranhão e a pré-candidatura à Presidência da República, construindo um laço de amizade com a família.

O nome do pai de Tomás é Jorge Francisco Murad Junior, ou Jorge Murad ou ainda Jorginho, marido da ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney.

Agora fica mais claro enxergar a verdade.

Em março de 1992, no gabinete do então senador Fernando Henrique Cardoso, na presença de vários servidores, inclusive Eduardo Jorge Caldas Pereira, numa antessala lotada, a jornalista global Miriam Dutra anunciou uma gravidez recente.

Indagada pelo senador sobre quem seria o pai, a jornalista disparou em alto e bom som insultos a FHC e deixou o gabinete aos prantos fazendo o senador ir atrás para acalmá-la. O caso entre os dois era sabido há vários anos. Mas a surpresa do filho deixou Fernando Henrique refém a partir daquela data.

A bomba não só estourou na família de FHC como também na de outra família importante na política nacional. A filha do presidente Sarney flagrou, no bolso do paletó de seu marido, Jorge Murad, um bilhete que revelava uma intimidade de um relacionamento clandestino que Murad mantinha até uma garçonière, para encontros fortuitos, com uma jornalista global que cobria os fatos da Presidência da República. Teria sido este bilhete, o motivo real da separação de Roseana e Murad quando Sarney era o dono da faixa presidencial.

O que FHC não sabia até agora é que dividiu a alcova com Murad durante alguns anos. Com o caso vindo à tona, fica fácil entender porque Miriam relutava em fazer o teste de DNA de Tomás. Mas Murad sempre soube que compartilhava o leito da jornalista com FHC.

O caso de FHC e Miriam também nunca foi segredo para os peões da Fazenda Córrego da Ponte, em Buritis de Minas, nos arredores de Brasília, comprada por FHC em sociedade com Sérgio Motta. O casal passava os finais de semana em liberdade com a natureza. Se inspirando na história da aristocrata anglo-saxã, Lady Godiva, Miriam costumava cavalgar nos prados de Buritis, até uma pequena queda d´água, vestindo somente botas e montando no pelo de uma égua, estimulando o imaginário do intelectual Fernando Henrique.

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