O que os ataques dos médicos ao colega que atendeu Lula na caravana dizem sobre os doutores. Por Kiko Nogueira

Luís Henrique e Lula

Alexandre Dumas observou que toda generalização é perigosa — inclusive esta.

Será todo médico brasileiro, fundamentalmente, um deficiente moral?

Os nossos doutores resolveram dar mais uma demonstração de falta de humanidade atacando o colega Luis Henrique Correia Lima de Oliveira, que escreveu em sua conta no Facebook um relato sobre a experiência de atender Lula no Ceará.

O DCM contou a história. O próprio Luis registrou em seguida: “Fui notícia no Diário do Centro do Mundo (DCM), no Pragmatismo Político, na Rede Brasil Atual, no Instituto Lula, no Twitter do PT BRASIL e até na página do Facebook da presidente Dilma Rousseff e da senadora Gleisi Hoffman!!”

Mais: “Enquanto isso, em Sobral, cidade em que moro, não tive nenhuma citação nem em roda pé de página de jornalzinho de circulação semanal. Obrigado pelo carinho, Brasil… Sobral, não digo nada!”

Foi o bastante para para ser atacado por membros de um grupo chamado Dignidade Médica, entre outros profissionais chocados, ultrajados, sentindo-se violentados pelo simples fato de Luis pensar diferente deles.

Como é que alguém capaz desse tipo de vileza pode atender um doente? Não bastou o caso de Marisa Letícias? Quando as nossas faculdades e os conselhos regionais vão abrir os olhos para isso?

O que Luis fez? Expôs a turma. Como Jean Wyllys vem fazendo com seus caluniadores. É disso que se trata.