facebook
rss
twitter
youtube
  • DESTAQUES
    • Video do dia
  • POLÍTICA
  • BRASIL
  • MUNDO
  • MIDIA
  • COMPORTAMENTO
  • CULTURA
  • ECONOMIA
  • ESPORTE
  • Especiais DCM
O ESSENCIAL
“Mein Kampf”, de Hitler, é best seller na Alemanha de novo
A nova do prefeito de SP: Doria revê promessa de encerrar 2017 sem crianças na fila de creches
Bolsonaro negocia com Malafaia aliança para 2018
Reação à campanha “Gente Boa Também Mata” do governo federal é um desastre
Ex-mulher de atirador de Campinas registrou cinco boletins de ocorrência
Serrano: juiz que presos do AM chamaram para negociar é perseguido por parte do Judiciário
Manaus registra 3 rebeliões em menos de 24 horas com 56 mortes e fuga de presos
Com reforma da Previdência, 4 milhões poderão ganhar menos que um salário mínimo
Rebelião no maior presídio do Amazonas termina com ao menos 50 mortos
“Você matou a mamãe”, disse filho do atirador de Campinas antes de ser também executado

Os Estados Unidos podem aprender com os Estados Unidos

Email
Tweet
Compartilhar


Postado em 07 Nov 2013
por : Sam Pizzigati
Comments: 2

Como os impostos sobre os super ricos criaram o período mais próspero da classe média.

 

O texto abaixo foi publicado no site americano Common Dreams, e republicado a pedido

Nossos bilionários, a maioria dos americanos concorda, estão explorando nosso trabalho e poluindo a política. Podemos diminuir o poder deles para um tamanho mais democrático? Claro que sim. Nós, americanos, já fizemos isso antes.

Entre 1900 e 1950, os americanos médios derrubaram plutocratas tão dominantes quanto os nossos. Um século que começou com enormes fortunas privadas e a maioria das pessoas na pobreza viu arrebatadores desenvolvimentos suburbanos onde grandes mansões existiam. A maioria de nós hoje, infelizmente, não tem ideia de que esta transformação enorme ocorreu, principalmente porque a classe média americana de meados do século 20 desapareceu. As grandes mansões voltaram.

Será que este ressurgimento dos super ricos foi uma falha de nossos antepassados ​​progressistas, os homens e mulheres que lutaram para limitar a riqueza e o poder de poucos? Nossos antepassados ​​não falharam, como eu explico no meu novo livro. Eles simplesmente não foram suficientemente longe.

Em “Os Ricos Nem Sempre Ganham: o Triunfo Esquecido Sobre a Plutocracia que Criou a Classe Média Americana”, eu falo das incríveis façanhas desses progressistas. Eles cobraram impostos dos milionários. Eles construíram um movimento sindical que funcionou como uma fiscalização sobre a ganância corporativa. Eles até domaram Wall Street.

Mas essas grandes vitórias há muito desapareceram. Como pudemos voltar a um sistema que favorece a plutocracia? Poderíamos começar por revisitar as lutas do ano passado, que não foram concluídas, e as propostas que, se tivessem se tornado leis, poderiam ter nivelado a sociedade.

Aqui estão três delas.

Um:  exigir dos ricos que divulguem anualmente o quanto eles realmente pagam em impostos.

Oitenta anos atrás, assim como atualmente, a evasão fiscal era maciça. Se os contribuintes ricos sabiam que seu imposto seria aberto ao público, os reformadores argumentaram, eles pensariam duas vezes antes de praticar a evasão.

Em 1934, os progressistas adicionaram um requisito de divulgação do código tributário. Mas o Congresso, depois de um contra-ataque, revogou-o. Mesmo assim, a ideia básica por trás disso continua tão poderosa como sempre. Basta perguntar a Mitt Romney.

Dois: aumentar o poder da fiscalização pública sobre os salários abusivos dos CEOs. O Congresso não pode determinar diretamente os limites de remuneração das empresas e os progressistas de ontem entenderam. Mas o Congresso pode impor limites indiretamente, negando contratos do governo federal para empresas que pagam abusivamente seus altos executivos.

Em 1933, o então senador e, mais tarde, juiz da Suprema Corte Hugo Black ganhou a aprovação do Congresso para a legislação que negou contratos federais de correio aéreo para empresas que pagavam 17 500 dólares a seus executivos, cerca de 300 000 dólares hoje.

O New Deal nunca abraçou totalmente a perspectiva de Black. Poderíamos fazê-lo agora, negando contratos federais para quaisquer empresas que paguem a seus CEOs mais de 25 vezes o que ganham os seus trabalhadores.

Três: em 1942, o presidente Franklin Roosevelt propôs um imposto de 100%  sobre a renda individual a partir de 25 000 dólares (o equivalente a 355 000 dólares hoje).

O Congresso recusou. Mas os legisladores definiram um imposto superior a 94% sobre rendas a partir de 200 000 dólares (cerca de 3 milhões em dinheiro atual), bem como taxas federais em torno de 90% nas duas décadas seguintes, período de prosperidade sem precedentes da classe média.

Os ricos lutaram incansavelmente para reduzir essas taxas. Eles não viram outra forma de aumentar sua renda. Mas e se nós reestruturarmos esses impostos do pós-guerra de modo a oferecer aos ricos um novo incentivo?

As maiores fortunas dos EUA teriam um interesse maior no bem estar dos mais pobres. Anos atrás, os progressistas lutaram para encorajar esse tipo de solidariedade social. Eles não puderam terminar o serviço. Nós podemos.

Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui.

Clique aqui e assine nosso canal no youtube

Sobre o Autor
O jornalista e escritor americano Sam Pizzigati edita a "Too Much", newsletter semanal de economia do Instituto de Estudos Políticos dos Estados Unidos
  • google-share
Post anterior

Eike simbolizou não a nova economia, mas a velha mídia

Próximo post

O ‘implacável, brilhante e sanguinário’ Jeff Bezos, da Amazon

Leia também

0

Thomas Piketty e a ascensão de Bernie Sanders: os EUA entram em uma nova era política

Postado em 19 Feb 2016
, por Diario do Centro do Mundo
0

E então Cunha falou o que a classe média queria ouvir. Por Mauro Donato

Postado em 08 Sep 2015
, por Mauro Donato
18

Como o HSBC ajudou milionários a sonegar impostos na Suíça

Postado em 10 Feb 2015
, por Diario do Centro do Mundo
30

Impostos são o preço que se paga por uma sociedade civilizada

Postado em 28 Jan 2015
, por Claudia Wallin

Conheça as regras do debate

  1. “Mein Kampf”, de Hitler, é best seller na Alemanha de novo
  2. override-if-required

  3. A nova do prefeito de SP: Doria revê promessa de encerrar 2017 sem crianças na fila de creches
  4. override-if-required

  5. Bolsonaro negocia com Malafaia aliança para 2018
  6. override-if-required

  7. Reação à campanha “Gente Boa Também Mata” do governo federal é um desastre
  8. override-if-required

  9. Ex-mulher de atirador de Campinas registrou cinco boletins de ocorrência
  10. override-if-required

  11. Serrano: juiz que presos do AM chamaram para negociar é perseguido por parte do Judiciário
  12. override-if-required

  13. Manaus registra 3 rebeliões em menos de 24 horas com 56 mortes e fuga de presos
  14. override-if-required

  15. Com reforma da Previdência, 4 milhões poderão ganhar menos que um salário mínimo
  16. override-if-required

  17. Rebelião no maior presídio do Amazonas termina com ao menos 50 mortos
  18. override-if-required

  19. “Você matou a mamãe”, disse filho do atirador de Campinas antes de ser também executado
  20. override-if-required

  • Popular
  • Comments
  • Latest
  • Today Week Month All
  • 14 atitudes que as mulheres odeiam no sexo 14 atitudes que as mulheres odeiam no sexo
  • Nos bons tempos O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão
  • Ela Ao calar o Faustão, Marieta Severo deve ser a próxima global a receber ameaça de morte. Por Kiko Nogueira
  • Nos bons tempos O que podemos aprender sobre traição e violência com o caso de Fabíola? Por Nathalí Macedo
  • 14 atitudes que as mulheres odeiam no sexo 14 atitudes que as mulheres odeiam no sexo
  • Juiz de Manaus diz estar ameaçado de morte por facção por causa de matéria “covarde” do Estadão Juiz de Manaus diz estar ameaçado de morte por facção por causa de matéria “covarde” do Estadão
  • Ele Rombo nas contas enriquece os de sempre e paralisa o país. Por Márcio Pochman
  • O horror, o horror. E era um presídio administrado pela iniciativa privada O horror, o horror. E era um presídio administrado pela iniciativa privada
  • João Victor João Victor, 8 anos: a tragédia de um filho do ódio. Por Paulo Nogueira
  • Recado de Ano Novo aos minions providos de dois neurônios e raciocínio binário-programável. Por Eugênio Aragão Recado de Ano Novo aos minions providos de dois neurônios e raciocínio binário-programável. Por Eugênio Aragão
  • Today Week Month All
  • Sorry. No data yet.
Ajax spinner

Assine o DCM

  • Sobre o Diário
  • Expediente
  • Anuncie
  • Midia Kit
  • Panorama Mundial Internet
  • Fale Conosco