“Chamaram de viado”: A versão de Ed Motta sobre a confusão em restaurante

Ed Motta deu sua versão sobre a confusão registrada no restaurante Grado, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, após um desentendimento envolvendo a cobrança da taxa de rolha. O episódio ocorreu no último sábado (2) e, segundo comunicado dos donos do restaurante, Nello Garaventa e Lara Atamian, o cantor, Diogo Coutinho do Couto e um terceiro homem teriam protagonizado cenas de violência, intimidação e condutas discriminatórias contra funcionários e clientes. Com informações do Globo.
Ed Motta reconheceu que se descontrolou, mas negou ter arremessado uma cadeira contra qualquer pessoa. “Aconteceu um problema, mas a história não está bem contada”, afirmou. O cantor disse que ficou irritado por ser cliente antigo do restaurante e nunca ter sido cobrado pela taxa de rolha. “Eu estava bêbado e joguei uma cadeira no chão, mas não joguei uma cadeira em direção ao funcionário. Jamais. Não foi jogado nada em direção a ninguém. As câmeras de segurança podem provar isso”, declarou.
O músico afirmou que deixou o local logo após jogar a cadeira no chão e que a confusão teria continuado entre pessoas que estavam em sua mesa e clientes de outra mesa. Segundo ele, seus amigos tentaram pedir desculpas pelo episódio, mas teriam sido ofendidos com falas homofóbicas e xenofóbicas “chamaram meu amigo de “viado” e […] mandaram ele voltar para a Arábia”. O restaurante, por outro lado, sustenta que o grupo iniciou as agressões, “esbarrão provocado por Ed Motta em uma cliente de outra mesa derrubou objetos, fazendo com que a situação escalasse e as agressões passassem a atingir também esses clientes”.
Flagrante – Vídeos do circuito interno do restaurante Grado, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio, mostram um princípio de confusão envolvendo clientes e funcionários e o momento em que o cantor Ed Motta joga uma cadeira dentro do estabelecimento no último sábado (2).
Um dos… pic.twitter.com/DFlpyJHlOU
— g1 (@g1) May 7, 2026
