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Federalização do caso Orelha é solicitada por parlamentares e ativistas

cão Orelha com bola de tênis na boca
O cão Orelha – Reprodução


O caso do cão comunitário Orelha, morto após agressões em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis (SC), passou a concentrar pedidos formais de federalização das investigações. O deputado federal Célio Studart (PSD-CE) protocolou uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da República, solicitando que o caso seja acompanhado em âmbito nacional, com atuação da Polícia Federal e articulação com os Ministérios Públicos estaduais.

No mesmo sentido, o ativista da causa animal Gabriel Medeiros, de São Paulo, apresentou uma representação junto ao Ministério Público Federal pedindo o deslocamento da apuração para a esfera federal. O pedido aponta a necessidade de atuação da Polícia Federal e de órgãos federais diante da repercussão do caso e da possibilidade de conexões interestaduais.

Também houve manifestação institucional do Legislativo municipal. Em sessão realizada nesta terça-feira (3), a Câmara de Vereadores de Blumenau aprovou, por unanimidade, uma moção de apelo solicitando que as investigações sejam transferidas da esfera estadual para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. O documento será encaminhado aos órgãos competentes, com base na legislação que prevê o deslocamento de competência em casos de ampla repercussão.