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Policial que atirou e matou Thawanna relata ameaças, e Justiça toma providência

A policial Yasmin Cursino Ferreira, envolvida na morte de Thawanna Salmázio
A Policial Militar Yasmin Cursino Ferreira, que atirou em Thawanna Salmazio. Foto: Reprodução

O processo que investiga a morte de Thawanna da Silva Salmázio entrou em segredo de justiça após a defesa da policial militar Yasmin Cursino relatar ameaças de morte contra a agente. O fato foi confirmado pelo advogado Luiz Pereira Nakaharada, que assumiu a defesa da PM na semana passada. Com informações do Metrópoles.

Yasmin Cursino está afastada das atividades por decisão judicial. Ela efetuou o disparo que matou Thawanna durante uma abordagem policial em Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, em 3 de abril. A policial afirma que agiu em legítima defesa após receber um tapa no rosto da vítima.

A versão da PM é contestada pelo marido de Thawanna, Luciano Gonçalves dos Santos. Segundo o Metrópoles, as imagens de câmera corporal obtidas até agora não permitem confirmar se houve agressão. O caso é investigado pelo Ministério Público de São Paulo, pela Polícia Civil e por Inquérito Policial Militar.