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Por que o Nubank decidiu cortar reuniões para proteger a inovação

Prédio da Nubank. Foto: Divulgação

O Nubank passou a adotar uma postura crítica contra a chamada “reunionite”, prática que, segundo a empresa, compromete a produtividade e a inovação. Sob a liderança de David Vélez, o banco relatou em entrevistas à ‘Folha de S.Paulo’ que o excesso de reuniões sem pauta clara vinha consumindo tempo de equipes técnicas e travando decisões estratégicas.

Como resposta, a companhia implementou medidas objetivas. Entre elas estão os “no-meeting days”, estratégia também adotada por Shopify e Meta, para garantir blocos contínuos de trabalho. Outra referência é a “regra das duas pizzas”, popularizada por Jeff Bezos na Amazon, que limita o tamanho das reuniões.

No Nubank, apresentações em slides deram lugar a memorandos escritos, lidos antes das discussões. O custo do excesso de encontros é elevado. Estudos da Harvard Business Review estimam que reuniões desnecessárias podem gerar perdas de até US$ 100 milhões por ano em grandes corporações.