‘Tenho nojo’: conheça 6 musas da Playboy que se arrependeram de posar nua

Ao longo de décadas, a edição brasileira da Playboy estampou atrizes e dançarinas que se tornaram símbolos sexuais da televisão. Com o passar dos anos, parte dessas mulheres passou a falar publicamente sobre arrependimento, associando os ensaios a mudanças profundas de valores, fé e trajetória profissional.
Joana Prado, conhecida como Feiticeira, afirmou em 2022 que se arrependeu de ter posado nua. “Claro que eu me arrependi”, disse. Segundo ela, o arrependimento veio após uma mudança de pensamento ligada à religião. Carla Perez, outra recordista de vendas da revista, fez avaliação semelhante em 2008: “Depois que me tornei uma mulher de Deus, me arrependi de muita coisa que fiz. Me arrependo, por exemplo, de ter posado para a Playboy”.
Suzana Alves também declarou desconforto com o ensaio feito nos anos 1990. “Eu tenho vergonha, porque o nu é muito sagrado”, afirmou. Alessandra Scatena, ex-assistente de palco de Gugu Liberato, classificou sua participação como um erro após a conversão religiosa. “Me arrependo, sim. Envergonhada. Senhor, eu me envergonho, me arrependo de tudo aquilo que eu fiz”, declarou, acrescentando que pediu perdão e sentiu alívio emocional.
Carla Marins e Karina Bacchi relacionaram o arrependimento a impactos mais amplos. Marins afirmou que hoje vê o ensaio como “um absurdo” e disse que, nos anos 1990, mulheres “entenderam ser objeto”. Já Bacchi foi mais dura ao relembrar sua capa especial de Natal. “Eu vejo a minha Playboy e eu tenho tanto nojo. Tenho nojo, tenho raiva desse momento”, afirmou, criticando a associação do ensaio ao nascimento de Jesus.
