
Editorial com alta dose de crueldade do Globo, publicado hoje:
“Novo Desenrola é programa eleitoreiro com efeito nocivo. Perdão ou alívio recorrentes a dívidas punem o bom pagador e criam incentivo à irresponsabilidade”.
Outro editorial, também escrito com raiva e na mesma linha, saiu no dia 23 de abril, no mesmo Globo:
“Revisão de programas sociais deveria ser prioridade do governo. Economia pode chegar a R$ 22,3 bilhões anuais, só com medidas que não dependem do Congresso”.

O que o Globo e outros jornalões estão dizendo, com editoriais contra o povo, é que Flávio não cometeria essas barbaridades. O filho seria mais racional. Mas qual Flávio?
Não é banal a pergunta que até colunistas da direita também começam a fazer: quem mandaria num eventual governo do filho ungido?
Quem teria de fato o controle do poder nas estruturas fracionadas em facções da extrema direita? O Flávio extremista ou o Flávio moderado?
Eduardo poderia governar a partir dos Estados Unidos? A facção de Michelle dominaria que área do governo?
O chefe da organização criminosa, preso em casa, tentaria governar por controle remoto? Não são perguntas quaisquer.