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Eduardo Bolsonaro chama Barroso de “woke” e associa saída do STF à Magnitsky

Montagem de fotos do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do ministro Luís Roberto Barroso
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o ministro Luís Roberto Barroso – Reprodução

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou, nesta quinta-feira (9), a saída do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF). Em publicação nas redes sociais, o parlamentar fez ataques ao magistrado, destacando temas ligados à liberdade de expressão e ao papel do Judiciário, além de chamá-lo de “woke” (termo em inglês que originalmente significava “acordado” ou “consciente” — no sentido de estar atento a questões sociais, raciais e de injustiça).

Segundo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Barroso teria reduzido a influência da direita nas redes sociais e atuado para censurar vozes conservadoras. Eduardo usou o episódio para reforçar críticas frequentes à atuação do Supremo em decisões que envolvem o controle de conteúdo digital.

O parlamentar também insinuou que o ministro teme ser incluído na lista de sanções da chamada Lei Magnitsky Global, legislação estrangeira que permite punições a autoridades acusadas de violações de direitos humanos:

“O MINISTRO MAIS “WOKE” SAIU

Após ser sancionado e perder o visto americano, Barroso pediu para deixar o cargo.

Autodeclarado progressista, Barroso admitiu com orgulho – e até ensinou outros – como reduziu a influência da direita nas redes sociais, ou seja, como censurou vozes conservadoras enquanto presidia o TSE.

Recentemente, @MikeBenzCyber, durante audiência na CREDN, apresentou um vídeo em que Barroso explica como censurou centenas de perfis durante as eleições.

Alguns dizem que ele teme ser sancionado pela Lei Magnitsky Global”.