
Ruy Castro debochou da ignorância do ChatGPT em crônica de 29 de novembro, por ter perguntando ao robô: “Em que ruas Tom Jobim morou no Rio de Janeiro?”
A resposta foi essa: “Tom Jobim nunca morou nas ruas do Rio de Janeiro. Morou em apartamentos e casas nas ruas Nascimento Silva e Barão da Torre, em Ipanema, na rua Codajás, no Leblon etc”.
Pois hoje qualquer aprendiz de robô da Inteligência Artificial poderia debochar do lavajatista Ruy Castro, porque eles e toda a torcida do Flamengo sabem o que o cronista ignora.
Um dos principais colunistas da Folha, um dos maiores imortais da Academia Brasileira de Letras, um dos principais memorialistas do país, escreve hoje o seguinte:
“Além de boas entradas, desejo ao apenado Bolsonaro rápida recuperação e, findos os recursos, a conversão ainda mais rápida de sua prisão preventiva para definitiva na Polícia Federal, Papuda ou Papudinha”.

Qualquer robô estagiário de IA sabe que Bolsonaro é presidiário, desde 25 de novembro, quando o ministro Alexandre de Moraes decidiu o seguinte:
“Determino o início do cumprimento da pena de Jair Messias Bolsonaro, em regime inicial fechado, da pena privativa de liberdade de 27 anos e três meses, sendo 24 anos e nove meses de reclusão (em regime fechado) e dois anos e seis meses de detenção”.
Até o ChaGPT sabe que Bolsonaro não está em prisão preventiva na sede da Polícia Federal em Brasília. Ele é presidiário condenado como chefe de organização criminosa. Ele já cumpre pena.
Ruy Castro está mais de um mês atrasado e ao relento em relação aos robôs. Até Bolsonaro, que não sabe a diferença entre clorofina e cloroquina, sabe que é presidiário.