
O show de Réveillon em Copacabana teve um ponto de virada por volta das 2h do primeiro dia de 2026, quando Alok assumiu o palco principal da orla. Antes dele, a noite já havia reunido nomes como Gilberto Gil, Ney Matogrosso e João Gomes, mas foi a entrada do DJ que marcou o momento mais tecnológico da virada.
Enquanto Alok caminhava até a pick-up para iniciar o set, drones começaram a formar mensagens luminosas no céu, convidando o público para a chamada “rave Copa”. Em seguida, uma sequência de animações tomou conta do alto da praia, incluindo um rosto gigante desejando feliz ano novo à multidão reunida em Copacabana.
A cidade do Rio de Janeiro foi o principal tema visual do espetáculo aéreo. Os drones desenharam imagens das ondas do calçadão, do Bondinho do Pão de Açúcar, de dançarinos de passinho, jogadores de altinha e até de um Cristo surgindo sobre o mar, em referência direta ao Cristo Redentor. Veja:
O show de drones no ALOK está UM ESCULACHO.
Nunca vida nada igual pic.twitter.com/4vgmhieox5
— Rafael Zattar (@ZattarRafael) January 1, 2026
Em entrevistas anteriores, o artista já havia adiantado que o Cristo faria parte da apresentação, mas o resultado final superou a expectativa. O set de abertura misturou funk com ritmos brasileiros como frevo e axé, em uma proposta pensada especificamente para celebrar a cidade e dialogar com o público local.
“Existe um grande time trabalhando comigo há meses para tornar tudo isso possível. São profissionais de tecnologia, criação, produção, segurança e arte. No espetáculo com drones, nada acontece de forma improvisada: tudo é executado de maneira precisa para ser grandioso e, ao mesmo tempo, seguro”, disse ao jornal O Globo.
À medida que a música avançava, os drones se moviam em perfeita sincronia com as batidas, traduzindo sons em imagens. Segundo Alok, o espetáculo foi planejado ao longo de meses por equipes de tecnologia, criação, produção, segurança e arte, com cada movimento previamente programado para garantir precisão e segurança.
O balé aéreo contou com 1.250 drones, integrados à nova queima de fogos lançada das balsas na orla e aos efeitos de luz disparados do palco. A combinação transformou o céu de Copacabana em parte central do show e levou a multidão a reagir intensamente até o fim da apresentação.