
Um hematoma voltou a chamar atenção na mão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma aparição pública nesta quinta (22). A mancha roxa foi vista enquanto ele participava de uma reunião de seu “Conselho de Paz”, realizada em Davos, à margem do Fórum Econômico Mundial.
Não é a primeira vez que marcas desse tipo são observadas. Desde pelo menos julho de 2025, manchas recorrentes nas mãos de Trump vêm sendo registradas em eventos públicos, o que gerou especulações sobre possíveis problemas de saúde ou tratamentos médicos em andamento.
Em entrevista publicada pelo Wall Street Journal em 1º de janeiro, Trump afirmou que sua saúde é “perfeita” e atribuiu os hematomas ao uso de aspirina em doses acima do recomendado. “Não quero que sangue espesso circule no meu coração”, disse.
O medicamento é conhecido por fluidificar o sangue, mas seu uso sem indicação médica pode provocar efeitos colaterais, como sangramentos.

Na mesma entrevista, Trump declarou que costuma usar maquiagem e bandagens para disfarçar os hematomas. Ele também afirmou que um dos machucados teria sido causado por um corte acidental, após ter sido atingido por um anel da procuradora-geral Pam Bondi.
Apesar das explicações, a saúde do presidente tem sido observada com mais atenção nos últimos meses. Além dos hematomas persistentes na mão direita, analistas e fotógrafos apontaram episódios de inchaço nos tornozelos e dificuldade em manter os olhos abertos durante compromissos oficiais.
Trump construiu parte de sua imagem política na projeção de vigor físico, especialmente em contraste com seu antecessor, Joe Biden.