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Patrimônio de Toffoli e família chega a R$ 26 milhões com imóveis em Brasília

Publicado por
Guilherme Arandas
-
Atualizado em 12 de fevereiro de 2026 às 13:42
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O ministro do STF, Dias Toffoli. Foto: Divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e familiares ampliaram nos últimos anos o patrimônio imobiliário no Distrito Federal, com aquisições em áreas valorizadas de Brasília.

Levantamento aponta que os bens registrados em nome do ministro, da filha Pietra Ortega Toffoli, de 25 anos, advogada Roberta Rangel e do escritório ligado à família alcançam cerca de R$ 26,5 milhões em valor de mercado.

A compra mais recente foi realizada em fevereiro deste ano. Ela adquiriu um apartamento de 154 metros quadrados no Setor Noroeste, bairro que concentra o metro quadrado mais caro do DF.

O imóvel foi registrado por R$ 2,5 milhões e a escritura não menciona alienação fiduciária, o que indica pagamento sem financiamento bancário. A filha do ministro cursa Odontologia na Universidade de Brasília (UnB) desde 2018.

Em resposta, o ministro declarou por meio da assessoria que “todas as receitas e patrimônios do ministro estão devidamente declarados e aprovados em suas declarações anuais à Receita Federal do Brasil”. A manifestação foi enviada após questionamentos sobre a evolução patrimonial.

Entre os imóveis vinculados ao nome de Toffoli está um apartamento de 47 m² no mesmo Setor Noroeste, adquirido em abril de 2024. Corretores consultados avaliam o bem em cerca de R$ 600 mil, mas a escritura registra o valor de R$ 183 mil.

No documento de compra, os antigos proprietários concedem “usufruto vitalício” a uma mulher de 50 anos identificada como empregada doméstica. Situação semelhante ocorreu em maio de 2022, quando o ministro comprou uma quitinete de 31 m² no Lago Norte por R$ 79,5 mil.

Imóveis de Toffoli. Fotomontagem

À época, o valor estimado de mercado variava entre R$ 240 mil e R$ 250 mil; atualmente, corretores apontam preço próximo de R$ 350 mil. A escritura também transfere o “usufruto vitalício” do imóvel a outra mulher, de 54 anos, identificada como empregada doméstica, que informou como endereço anterior uma casa da família Toffoli.

Essa residência, localizada no Lago Norte, possui 451 m², dois andares e piscina. O imóvel foi adquirido pelo ministro em 2006 por R$ 700 mil e transferido à filha em 2023, com valor declarado de R$ 2,3 milhões.

Especialistas do setor imobiliário estimam que uma casa com características semelhantes na mesma quadra não é negociada por menos de R$ 4,2 milhões. No período de 2022 a 2025, Toffoli, a filha e Roberta Rangel adquiriram quatro novos imóveis avaliados em aproximadamente R$ 4,9 milhões, sem indicação de financiamento nas escrituras.

Apenas os bens ligados ao escritório Rangel Advogados somam cerca de R$ 12 milhões. Após a nomeação de Toffoli ao STF, o número de causas patrocinadas por Roberta Rangel no Supremo e no Superior Tribunal de Justiça (STJ) cresceu 140%, segundo dados mencionados na apuração.

O escritório também é proprietário de um terreno de 1.875 m² no Lago Norte, comprado em dezembro de 2009 por R$ 1 milhão. Corretores avaliam o imóvel hoje em pelo menos R$ 7 milhões. No mercado imobiliário de Brasília, o lote é descrito como “ponta de picolé”, por estar no fim da rua e ter acesso direto ao Lago Paranoá.

Um vizinho afirmou que o terreno seria “da sogra do Toffoli”. Além disso, a banca adquiriu em 2009 um conjunto de salas comerciais de 295 m² próximo aos tribunais superiores, hoje avaliado em cerca de R$ 4,4 milhões.

Nesta quinta-feira (12), Toffoli informou também ser sócio, ao lado de dois irmãos, da empresa Maridt Participações S.A., que detinha 17% do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (SP), até março passado.

Registrada em Marília (SP) com capital social declarado de R$ 150, a empresa foi mencionada após a divulgação de mensagens atribuídas ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, que tratariam de pagamentos ao ministro. Segundo Toffoli, ele recebeu valores da Maridt ao longo dos anos, todos de origem lícita e declarados às autoridades fiscais.

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Guilherme Arandas
Guilherme Arandas
Guilherme Arandas, 28 anos, atua como redator no DCM desde 2023. É bacharel em Jornalismo e está cursando pós-graduação em Jornalismo Contemporâneo e Digital. Grande entusiasta de cultura pop, tem uma gata chamada Lilly e frequentemente está estressado pelo Corinthians.
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