
A operação militar coordenada entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã resultou na morte de três soldados americanos e no ferimento grave de outros cinco, conforme anunciado pelo Pentágono neste domingo (1).
O Comando Central dos EUA informou que, além das vítimas fatais, vários outros soldados sofreram ferimentos leves, como estilhaços e concussões, e estão em processo de recuperação para retomar suas atividades.
A operação, que o Pentágono chamou de “Fúria Épica”, teve como foco a destruição de infraestruturas militares iranianas. O contra-ataque, segundo os relatos, envolveu mísseis que atingiram bases militares dos EUA no Bahrein, Iraque e Kuwait.
O governo iraniano e a sua mídia estatal confirmaram a morte de Khamenei no sábado (28), após o bombardeio liderado pelos EUA e Israel. Em resposta a essas perdas, o Irã lançou “centenas” de mísseis balísticos e drones contra as forças dos EUA na região.

A maioria dos ataques foi interceptada pelas defesas aéreas dos EUA, mas o impacto imediato dos bombardeios provocou uma nova onda de violência na região. O Irã também retaliou com ataques direcionados a várias bases militares dos EUA no Oriente Médio, incluindo a Base Aérea de Al Udeid no Catar, a Base Aérea de Ali Al Salem no Kuwait, e a base naval dos EUA no Bahrein.
Internamente, o assunto vem ganhando destaque na política americana, com os democratas atribuindo a responsabilidade diretamente a Trump. O senador Andy Kim, do estado de New Jersey, criticou o mandatário: “Ele tenta passar a ideia de que ‘estamos em guerra, e é terrível que membros das forças armadas possam ser mortos’”, afirmou o senador, acusando Trump de ser o responsável pelo conflito. “Ele colocou os soldados em risco. Eles não precisavam morrer.”
A morte de Khamenei foi classificada pela mídia estatal iraniana como “martírio”. A nota emitida pelo governo do Irã afirmou que, após o “ataque brutal” dos EUA, o líder supremo do país alcançou “a grande graça do martírio”, um momento significativo para a história do mundo islâmico e do xiismo.
O governo iraniano ainda anunciou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado em homenagem ao líder falecido. Em um pronunciamento, o presidente Donald Trump declarou que a morte de Khamenei representava “justiça para o povo do Irã”, e para todos aqueles que sofreram devido à liderança de Khamenei.
Trump também afirmou que os bombardeios contra o Irã continuariam, com o objetivo de alcançar “paz no Oriente Médio e no mundo”, destacando a possibilidade de uma mudança no regime iraniano com o apoio da população e das forças de segurança iranianas.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também se pronunciou sobre a situação, afirmando que havia indícios de que Khamenei estava morto, e destacando a destruição de um complexo usado pelo líder supremo.
Confira os vídeos:
🚨 Urgente – IRÃ 🇮🇷 SOB ATAQUE
Forte explosão na cidade de Zanjan a oeste da capital Teerã.Mais uma ataque dos EUA e Israel.
200 jatos israelenses estão no ar atacando território iraniano.
O Irã está lançando mais uma rodada de mísseis. pic.twitter.com/62JZLibeMi— Bruno Brezenski (@bbbrezenski) February 28, 2026
Mísseis de cruzeiro vistos sobrevoando Teerã. Segundos depois, podemos ouvir o impacto. Há a confirmação de dezenas de alvos atingidos em todo o Irã, com os ataques ainda prosseguindo horas depois de terem começado. pic.twitter.com/GAwd2bADsx
— Hoje no Mundo Militar (@hoje_no) February 28, 2026
💥🔥 Mísseis iranianos acabaram de bombardear em todas as bases dos EUA nos Emirados Árabes Unidos, QATAR, Bahrein, Omã e Iraque.
O Irã,literalmente,tem muita bala na agulha,tem gente que vai tomar um sufoco desgraçado. pic.twitter.com/6pUT4lu7nY
— Pedro (@PedroVoge) February 28, 2026