
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações polêmicas durante um evento na Casa Branca, onde afirmou acreditar que terá “a honra” de tomar Cuba. Trump disse que poderia fazer “o que quisesse” com a ilha, alegando que o país caribenho é um “Estado falido”. A fala gerou reações internacionais e levantou questionamentos sobre as intenções do presidente americano.
Trump, que não detalhou como se daria essa “tomada”, afirmou que poderia ser uma “libertação” ou “tomada” de Cuba, mas, em qualquer cenário, consideraria uma grande honra. O comentário foi feito em um evento onde o presidente também discutiu as negociações em andamento com o governo cubano. Ele destacou que “Cuba também quer fechar um acordo” com os EUA e afirmou que isso pode acontecer “muito em breve”.
Trump on Cuba:
I do believe I’ll have the honor of taking Cuba. That would be good. That’s a big honor.
I can free it or take it, I think I can do anything I want with it. pic.twitter.com/I0TpVCY73j
— Clash Report (@clashreport) March 16, 2026
Nos últimos dias, Trump tem sido cada vez mais agressivo em suas declarações sobre Cuba, acusando o país de estar à beira do colapso. Além disso, o governo americano impôs um embargo energético ao país, alegando uma “ameaça excepcional” à segurança nacional dos EUA. Em resposta, Cuba confirmou que está em negociações com os Estados Unidos, incluindo a libertação de presos políticos, como parte de um acordo mediado pelo Vaticano.
O cenário em Cuba se agrava, com a rede elétrica nacional entrando em colapso novamente, deixando milhões de pessoas sem energia. Este episódio reflete a grave situação econômica e social enfrentada pelo país, algo que Trump tem utilizado como argumento para suas declarações.
Enquanto isso, os EUA continuam sua postura de pressão, com a possibilidade de uma operação militar contra Cuba sendo mencionada por Trump como uma questão de “tempo”. Contudo, até o momento, o presidente americano não revelou detalhes sobre o que isso implicaria.