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Cerveja, vapes e comida para animais: como Michelle tem lucrado com nome de Bolsonaro

Michelle e Jair Bolsonaro com expressões confusas
Michelle e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução

Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, usou o nome “Jair Bolsonaro” em sete categorias distintas para comercializar produtos variados, como cerveja, isqueiros, vapes e até alimentos enlatados. Os registros foram realizados em julho de 2024 e a aprovação foi publicada na Revista da Propriedade Industrial (RPI) em 24 de março de 2025.

Para garantir os registros, Michelle contratou uma empresa especializada de Santa Catarina e gastou cerca de R$ 1 mil em taxas. A ex-primeira-dama tem se aventurado no empreendedorismo desde a linha de perfumes com a marca Bolsonaro, lançada em parceria com o cabeleireiro Agustin Fernandes.

Agustin Fernandez e Jair Bolsonaro. Foto: reprodução

Em fevereiro de 2025, sua filha Letícia Marianno e o irmão Carlos Eduardo Antunes Torres abriram uma empresa chamada “Loja do Bolsonaro Oficial”, com um capital inicial de R$ 300 mil.

A loja se dedica à venda de camisetas, bonés e outros produtos de souvenir com a imagem do ex-presidente.

Com os novos registros, Michelle poderá comercializar produtos com o nome “Jair Bolsonaro” em diversas categorias, incluindo alimentos como bananada, geleias e peixe enlatado, além de café, chá, pão e sorvetes.

A lista também inclui bebidas como cerveja, café e sucos, além de fósforos, isqueiros, tabaco e vapes (cigarros eletrônicos). Os registros também incluem uma empresa que vende alimentos para animais e artigos têxteis como acolchoados e toalhas de mesa.