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Romário rebate Casagrande e alega licença do Senado sem remuneração

Romário e Walter Casagrande. Foto: Reprodução

O senador Romário (PL-RJ) enviou nota ao DCM após declarações do ex-jogador Walter Casagrande, informando que está licenciado do Senado por 121 dias, conforme regras regimentais, sem recebimento de remuneração durante o período.

Segundo o comunicado, com a licença, o suplente assume integralmente as funções parlamentares, garantindo a continuidade dos trabalhos legislativos. O texto também afirma que a medida segue previsão legal e já foi utilizada anteriormente por outros parlamentares.

Romário declarou que é a primeira vez, em 11 anos de mandato, que adota esse tipo de afastamento. Ainda de acordo com o posicionamento, ele segue acompanhando pautas em tramitação no Congresso e participando de agendas públicas ligadas ao esporte.

Na nota, o senador também respondeu diretamente às críticas de Casagrande e afirmou: “Graças à minha trajetória no futebol, tenho a sorte de poder contribuir em agendas ligadas ao esporte no Brasil e no mundo. A minha licença do Senado foi solicitada com transparência, dentro da lei, com respeito ao meu mandato e sem gastar um centavo de dinheiro público. Já o Casagrande, é um cara que nunca ganhou nada de importante, foi um jogador meia boca e tá sempre mostrando que não entende nada de futebol e, muito menos, de política. Nunca disputou uma eleição nem recebeu um voto. Ele calado é mais do que um poeta, é um filósofo”.

Confira a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em resposta às declarações infundadas feitas pelo ex-jogador Walter Casagrande, esclarecemos que o senador Romário (PL-RJ) encontra-se licenciado do Senado por 121 dias, conforme previsto regimentalmente.

Cabe destacar, que durante a licença não há recebimento de remuneração por parte do senador Romário, sendo transferido ao suplente o exercício pleno do cargo, com todas as atribuições inerentes à função.

Causa estranheza que sejam feitas críticas ao senador sem conhecimento básico do funcionamento do poder Legislativo. A licença do mandato e a posse do suplente durante esse período é um instrumento legal, transparente e amplamente utilizado, que garante a continuidade do trabalho legislativo sem qualquer prejuízo.

É a primeira vez, em 11 anos de eleito ao Senado, que Romário tira essa modalidade de licença do cargo. Mesmo licenciado, ele mantém sua atuação pública e institucional e acompanha as pautas relevantes em tramitação no Congresso Nacional.

Tetracampeão mundial com a Seleção Brasileira e eleito melhor jogador do mundo pela FIFA, é natural que o senador receba convites para participar de atividades, encontros e agendas institucionais ligadas ao futebol no Brasil e em âmbito internacional.

Sobre a fala equivocada do ex- jogador Walter Casagrande, Romário acrescenta que é preciso entender minimamente sobre política para poder falar sobre sua atuação parlamentar.

“Graças à minha trajetória no futebol, tenho a sorte de poder contribuir em agendas ligadas ao esporte no Brasil e no mundo. A minha licença do Senado foi solicitada com transparência, dentro da lei, com respeito ao meu mandato e sem gastar um centavo de dinheiro público. Já o Casagrande, é um cara que nunca ganhou nada de importante, foi um jogador meia boca e tá sempre mostrando que não entende nada de futebol e, muito menos, de política. Nunca disputou uma eleição nem recebeu um voto. Ele calado é mais do que um poeta, é um filósofo”, afirmou o parlamentar.