
Neste domingo (29), o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) utilizou o X (antigo Twitter) para acusar Flávio Bolsonaro de ser um “traidor da pátria” após o pré-candidato à presidência pedir, durante evento conservador CPAC, que os Estados Unidos exercessem “pressão diplomática” sobre as eleições brasileiras. Farias criticou severamente a postura de Flávio, destacando que ele escolheu ser “marionete de Trump contra o próprio Brasil”, atacando o presidente Lula e apoiando interesses estrangeiros contra o país.
Em seu post, Lindbergh disse que “Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos para cumprir o papel que escolheu: o de marionete de Trump contra o próprio Brasil.” O senador fez duras críticas à postura de Flávio, acusando-o de tratar “minerais raros e riquezas naturais como ativos disponíveis aos estrangeiros” e de se comportar como operador de um projeto de “submissão nacional”. De acordo com Farias, Flávio e seu grupo político representam um “retrocesso para o país”, ao enfraquecer a soberania do Brasil em favor dos interesses dos Estados Unidos.
Lindbergh afirmou ainda que a atitude de Flávio é um reflexo do bolsonarismo: “É o retrato do bolsonarismo: servil, vira-lata, entreguista e sem qualquer compromisso com a soberania brasileira.” Para o petista, essa postura é um claro sinal de que Flávio Bolsonaro e seus aliados estão dispostos a submeter a política externa do Brasil aos interesses de outros países, especialmente os EUA. Ele acrescentou: “Quem age assim não defende o Brasil, trabalha para rebaixar o país e enfraquecer nossa capacidade de decisão.”
TRAIDOR DA PÁTRIA
Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos para cumprir o papel que escolheu: o de marionete de Trump contra o próprio Brasil.
Ataca o presidente do seu país, acena para a entrega da Amazônia, trata minerais raros e riquezas naturais como ativos disponíveis aos…
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) March 29, 2026
Flávio Bolsonaro, em sua participação na CPAC, também criticou o governo Lula, mencionando o posicionamento do presidente brasileiro sobre conflitos internacionais como o Irã, e defendendo que os EUA façam pressão sobre o Brasil para garantir a liberdade de expressão. Farias, no entanto, viu esse discurso como uma tentativa de enfraquecer o Brasil e enfurecer a soberania nacional, chamando-o de “entreguista”.