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“O Filho de Mil Homens”: New York Times chama filme com Rodrigo Santoro de “imperdível”

Rodrigo Santoro em cena do filme ‘O Filho de Mil Homens’, inspirado em livro de Valter Hugo Mãe – Divulgação

O filme “O Filho de Mil Homens”, adaptação do livro homônimo de Valter Hugo Mãe, recebeu uma indicação especial do The New York Times, que o incluiu em sua lista mensal de filmes recomendados. A produção dirigida por Daniel Rezende traz a história de um pescador solitário, interpretado por Rodrigo Santoro, que vive em uma cidadezinha litorânea e sonha em ter um filho. A trama é descrita como um drama social envolvente, marcado por elementos de realismo e fábula.

O personagem Crisóstomo, vivido por Santoro, adota um órfão, Camilo, interpretado por Miguel Martines, e se envolve com Francisca (Juliana Caldas), uma mulher com um passado complicado. A história também aborda Antonino (Johnny Massaro), um homem gay reprimido pela mãe católica e homofóbica. A película explora os conflitos internos dos personagens enquanto eles buscam aceitação e lidam com a intolerância e os preconceitos da sociedade.

Em sua crítica, a jornalista Devika Girish do “New York Times” destacou a habilidade do diretor Daniel Rezende em transformar um tema de intolerância em uma história cósmica, comparando-a a um conto de fadas. A crítica também elogiou o uso de cenários coloridos e diálogos poéticos que, segundo Girish, adicionam uma camada atemporal à trama.

“O Filho de Mil Homens” está disponível na plataforma de streaming Netflix e é visto como um retrato sensível de diferentes formas de amor e aceitação. A produção, além de seu conteúdo emocionalmente tocante, também destaca o talento de Rodrigo Santoro, que mais uma vez se consolida como um ator de grande versatilidade.

A crítica de Girish enfatiza como o filme aborda questões universais, como a busca por identidade e aceitação, através de personagens complexos e uma narrativa que mistura o realismo social com a leveza de uma fábula. “Rezende eleva essa história de intolerância e do amor que a supera a algo cósmico, como um conto de fadas para todas as eras”, conclui a crítica do “New York Times”.