
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, parabenizou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo resgate de um piloto norte-americano abatido no Irã. A manifestação foi publicada nas redes sociais neste domingo (5).
No texto, Netanyahu escreveu: “Eu parabenizo @realDonaldTrump sobre o resgate de um bravo piloto americano pelos corajosos guerreiros americanos. Todos os israelitas regozijam-se com esta operação notável. Isso prova que quando sociedades livres agem com coragem e determinação, elas podem superar as forças da escuridão e do terror”.
Na mesma publicação, o primeiro-ministro também destacou o simbolismo da operação militar. “Esta operação reforça um princípio sagrado: ninguém é deixado para trás. Como alguém que foi ferido em tal missão e perdeu meu irmão no resgate de Entebbe, sei que foi uma decisão ousada”, escreveu.
I congratulate @realDonaldTrump on the rescue of a brave American pilot by America’s courageous warriors.
All Israelis rejoice in this remarkable operation. It proves that when free societies act with courage and determination, they can overcome the forces of darkness and… pic.twitter.com/hgBLFWjYzE
— Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו (@netanyahu) April 5, 2026
Netanyahu concluiu a mensagem com elogios diretos ao presidente norte-americano: “Meu caro amigo, mais uma vez sua liderança trouxe uma grande vitória para a América. Eu saúdo-te. Todos nós fazemos isso.”
A declaração ocorre após Trump afirmar que o piloto resgatado é um coronel e estava “gravemente ferido”, mas em recuperação. Segundo o presidente dos EUA, o militar foi localizado em uma região montanhosa do Irã após uma operação considerada de alto risco.
“Resgatamos o tripulante/oficial do F-15, gravemente ferido e extremamente corajoso, das profundezas das montanhas do Irã”, escreveu Trump nas redes sociais. Ele também afirmou que forças iranianas buscavam o piloto, o que aumentou a complexidade da missão.
Autoridades iranianas contestaram a versão apresentada pelos Estados Unidos. Segundo o governo do Irã, aeronaves norte-americanas envolvidas na operação teriam sido abatidas, e a tentativa de resgate não teria sido concluída com sucesso. O episódio ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, com tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.