
Esta chamada para a coluna de Thomas Traumann estava na capa do Globo desde as 11h de segunda-feira e poderia ser vista até as 21h de quarta-feira:
“O Paradoxo da Mobilidade: o filho da faxineira ganhou diploma, não achou emprego e está frustrado com Lula”.
Para quem só lê títulos, Lula seria o culpado pelo fato de que desde 2003 o PT proporciona acesso à universidade ao filho da faxineira, mas é o culpado por ele não ter encontrado emprego.
O diploma, pelo que está no título, é também o culpado pelos ressentimentos contra Lula.
Se Lula e Dilma tivessem oferecido apenas osso para a sopa e negado vacina para a mãe do rapaz, não teria sido assim.
Thomas Traumann sabe que diplomas sempre deram problema. Por isso Lula não tem diploma. O bom é ser Uber.

MALDITO
A expressão Faria Lima não aparece mais em manchetes dos jornais. A Faria Lima isso, a Faria Lima aquilo, a Faria Lima mandava e desmandava.
Não tem mais essa imposição de uma marca que está, sem volta, conectada ao PCC e à lavagem de dinheiro nas fintechs.
Hoje a Faria Lima apareceu de novo em algumas notícias sobre o plano de Flávio Bolsonaro de congelar o salário mínimo (sem ganho real, como Lula garante) e de cortar despesas com educação e saúde.
Para agradar a Faria Lima, dizem os jornais. Faria Lima sempre foi uma grife associada aos anseios da direita e agora é sócia também dos interesses do crime organizado.