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Mercado financeiro já dá Flávio Bolsonaro como morto e aposta em Zema

Romeu Zema. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Se depender do setor empresarial Flávio Bolsonaro já esta no lixo da história.

Em reuniões em Nova York para a Brasil Week, capitães de empresas brasileiras relataram à CNN um clima de perplexidade após o vazamento do áudio em que o filho mais velho do ex-presidente preso pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme biográfico de Jair Bolsonaro. O episódio dominou conversas em eventos nesta quarta-feira (13).

O tema ganhou força durante uma festa promovida pela Forbes, realizada após o jantar de gala do Person of The Year, premiação organizada pela Câmara de Comércio Brasil-EUA desde 1970. Participantes classificaram a revelação como uma “bomba” política e comentaram o impacto negativo causado pelo conteúdo divulgado. Ou seja, o Zero Um está morto. Só falta enterrar.

Parte dos presentes afirmou que o episódio pode não afetar o núcleo bolsonarista, mas vai afastar eleitores de centro e indecisos, considerados estratégicos em uma disputa presidencial.

Ainda de acordo com relatos feitos à CNN, o vazamento estimulou discussões sobre alternativas para a direita nas eleições de 2026. O nome de Michelle Bolsonaro passou a circular, embora sem grande entusiasmo.

Quem mais chamou a atenção foi Romeu Zema (Novo), seguido de Ronaldo Caiado (PSD). Apareceram como alternativas. Alguns participantes. no entanto, realçam que o ex-governador mineiro e mais competitivo.