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Chá de alecrim: por que a infusão é indicada e como preparar sem ferver demais

Ramos de alecrim
Ramos de alecrim. Foto: Reprodução.

Ferver folhas de alecrim dá origem a uma infusão aromática que entrou no radar de quem busca bebidas naturais para incluir na rotina, principalmente por sua associação a bem-estar, humor e digestão.

A bebida, feita a partir do alecrim, também chamado de Rosmarinus officinalis, costuma aparecer entre opções para consumo diário por unir sabor intenso, aroma fresco e preparo simples.

O alecrim costuma receber o apelido de “planta da felicidade” porque estudos relacionam seu uso à melhora do humor. O aroma da erva, fresco e estimulante, também pode ser aproveitado ao esfregar um ramo nas mãos e aspirar.

Fernando Amaral, professor de aromaterapia, afirma que o alecrim pode ter relação com clareza mental e contribuir para cognição, aprendizado, memória e foco. Na forma de chá, a infusão costuma ser consumida após refeições por sua ação digestiva.

Como preparar a infusão sem perder aroma

O preparo do chá de alecrim exige poucos ingredientes: uma colher de sobremesa da folha seca ou uma colher de sopa da folha fresca para a infusão.

A água deve estar quente, mas sem ebulição intensa. Esse cuidado ajuda a preservar os compostos aromáticos da planta, responsáveis por parte do aroma característico do alecrim.

A primeira xícara pode ser consumida no começo do dia, segundo a indicação citada na pauta, mas o uso da bebida não substitui hábitos de saúde como alimentação equilibrada, ingestão adequada de água e prática regular de exercícios físicos. Em caso de dúvidas sobre consumo frequente, restrições ou condições de saúde, a recomendação é procurar orientação médica.