Diário do Centro do Mundo | O que interessa e nada mais

Logo DCM
Logo DCM
Apoie o DCM

Flávio Dino rebate vídeo na praia e diz que criminosos não respeitam horário de lazer

Flávio Dino em imagem divulgada nas redes sociais
Flávio Dino. Foto: Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino reagiu a críticas sobre um vídeo em que aparece na praia e negou ter usado veículo oficial. Ele afirmou que as imagens datam de maio de 2023, quando ainda não integrava a Corte, e que o carro mostrado era particular. Com informações de Metrópoles.

Em publicação nas redes sociais, Dino escreveu que “assassinos e criminosos em geral não respeitam locais de lazer e o horário de expediente normal dos servidores públicos”. A declaração respondeu à acusação de que ele teria utilizado um automóvel oficial para ir à praia.

O ministro divulgou um print para sustentar a data do vídeo e lembrou que tomou posse no STF em 2024. “Informo, mais uma vez, que esse vídeo em que apareço na praia, abrindo a porta de um carro, é bem antigo, quando não era ministro do STF. E aquele carro mostrado é particular”, afirmou.

Dino também associou as críticas a uma campanha de desinformação. Para ele, pessoas que descumprem leis penais não obedecem regras trabalhistas, administrativas ou de proteção a crianças e adolescentes.

 

Investigação sobre perseguição a Flávio Dino

A manifestação ocorreu durante a investigação da Polícia Federal sobre suspeita de crime de perseguição contra o ministro. O caso envolve publicações com denúncias sobre suposto uso irregular de carros oficiais por Dino.

Na terça-feira (13), o ministro Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Estado apontado como fonte do jornalista Luís Pablo, responsável por divulgar as acusações.

Em março, Moraes já havia autorizado medidas na casa de Luís Pablo, em São Luís, no Maranhão. Associações de imprensa manifestaram preocupação com a decisão de investigar o jornalista.

Dino lamentou que a “indústria criminosa de fake news e manipulações gere ainda mais ódios, com isso mais ataques e, portanto, mais necessidades de segurança, em um ciclo sem fim”.