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Catarinenses resgatam Amin, que vence Carluxo. Por Moisés Mendes

Esperidião Amin
Esperidião Amin, senador e ex-governador de Santa Catarina e Carluxo. Foto: Reprodução

Parecia moleza a vida projetada para Carluxo em Santa Catarina, na disputa por uma das duas vagas ao Senado. Pesquisa Quaest desta semana mostra que não é bem assim.

O filho de Bolsonaro, que concorre pelo PL, aparece com 16%, três pontos atrás do senador e ex-governador Esperidião Amin (PP), que tem 19%. A deputada Caroline de Toni (também PL) tem 12%.

As primeiras pesquisas mostravam Caroline e Carluxo se revezando na ponta e Amin correndo por fora, como enjeitado pela extrema direita bolsonarista. Amin era o preferido para compor a dupla com Carluxo.

Caroline conseguiu se impor, Amin foi expelido pelo bolsonarismo, que já havia decido que a outra vaga seria disputada por Carluxo. Pois Amin, o enjeitado, lidera a corrida.

O que pode acontecer, para desgraça do bolsonarismo, é que Caroline também seja escolhida como candidata da extrema direita, por ser catarinense. O filho de Bolsonaro, que não sabe onde fica a Joaquina, pode ficar sem mandato.

Carol de Toni (PL) no plenário da Câmara, em Brasília. Foto: Câmara dos Deputados/Divulgação

A abordagem em torno desses três não leva em conta a situação dos outros candidatos, que é ruim, com exceção de Décio Lima, do PT. A disputa pelas duas vagas se dá até agora entre os candidatos da direita.

Os outros candidatos aparecem assim: Décio Lima (PT) com 9%, Afrânio Boppré (PSOL) com 2% e Lunelli (MDB) também com 2%. Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão), Ana Lúcia da Silveira Machado (UP), Joaninha de Oliveira (PSTU), Carol (PCO), Marlene Soccas (UP) e Jeferson Rocha (PRD) têm todos 1% cada.

EUREKA

A Eureka de Ouro desta terça-feira vai para esta manchete do Estadão:

“Brasil vive combinação de crise institucional com crise moral, dizem Landau e Mendonça de Barros”.

À noite, ao perceberem que a chamada era uma platitude de quarta série, trocaram por esta:

“Brasil está escorregando lentamente para o abismo, dizem Elena Landau e Mendonça de Barros”