
Estas chamadas de capa estão em todos os jornalões, desde o começo da terça-feira, com pequenas variações na formulação, mas nunca se transformam em manchete:
Todas ficam nos cantos dos sites, e a maioria, pela repetição de rolos, acaba virando vaso com samambaia:
“Rede de empresas e viagens em jatinho: PF aponta vínculos entre Flávio e Willer Tomaz”
“Advogado pagou para remover links com notícias que mostram relação com Flávio”
“Inquérito sobre lavagem de dinheiro investiga Flávio Bolsonaro e também Cláudio Castro e Ramagem”

“Advogado amigo de Flávio movimentou R$ 5 bi em bets em 2025 e foi o maior apostador do país”
“Escritório de Flávio Bolsonaro emitiu R$ 13,7 milhões em notas fiscais em três anos e meio”
“Deputada quer revogar medalha concedida por Flávio Bolsonaro a Adriano da Nóbrega”
(Se a relação de Willer Thomaz fosse com o filho de Lula, aí essas notícias seriam manchetes.)