
Um homem de 34 anos morreu após ser atingido por três tiros na noite deste sábado (24), em Bonito, no Mato Grosso do Sul. A vítima, identificada como Ewerton Rodrigues da Silva, foi baleada por um adolescente durante uma briga de trânsito ocorrida cerca de uma hora e meia após o encerramento de uma carreata em apoio ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo informações preliminares repassadas por testemunhas à Guarda Civil Municipal (GCM), a discussão no trânsito terminou com a morte de Ewerton. O episódio aconteceu na véspera do segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo (25).
Outro homem envolvido na discussão também foi atingido pelos disparos. Identificado como Alex, de 30 anos, ele foi encaminhado ao hospital e posteriormente transferido para a Santa Casa de Campo Grande, onde receberia atendimento especializado.
Um homem morreu e outro ficou ferido após serem baleados durante uma briga generalizada após uma carreata de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), em Bonito (MS), na noite de sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais.
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— Folha de S.Paulo (@folha) October 25, 2026
A organização da carreata afirmou que a discussão envolveu pessoas que haviam participado da manifestação, mas negou qualquer relação entre o conflito e o evento político. Segundo os organizadores, a briga aconteceu aproximadamente uma hora e meia depois do término da carreata, em um local diferente daquele onde a manifestação foi encerrada.
Equipes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar realizaram diligências em diferentes endereços de Bonito para tentar localizar o adolescente apontado como autor dos disparos. Até o encerramento da ocorrência, o suspeito não havia sido encontrado.
A Guarda Civil Municipal informou que o caso foi registrado e encaminhado às autoridades responsáveis pela investigação.
“A ocorrência foi registrada para encaminhamento às autoridades competentes e adoção das providências legais cabíveis. As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelos órgãos responsáveis”, declarou a corporação.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul foi procurada para prestar esclarecimentos sobre o caso, mas ainda não havia respondido até a publicação da reportagem original.