
Michelle Bolsonaro (PL-DF), Carlos Bolsonaro (PL-SC), Jair Renan Bolsonaro (PL-SC) e Renato Bolsonaro (PL-SP) assumirão mandatos no Congresso Nacional em 2027. Os quatro foram eleitos em 2026, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) perdeu a disputa presidencial para Lula (PT) e deixou o país rumo aos Estados Unidos.
Michelle venceu sua primeira eleição e conquistou uma cadeira no Senado pelo Distrito Federal. A ex-primeira-dama recebeu 938.496 votos, o equivalente a 29,05% dos votos válidos, e também participou da campanha de Bia Kicis (PL-DF), eleita para a outra vaga do Distrito Federal.
Carlos Bolsonaro transferiu seu domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para Santa Catarina e conquistou uma das duas vagas ao Senado pelo estado. O ex-vereador carioca obteve 1.902.100 votos, ou 25,21%, e ficará ao lado de Carol de Toni (PL-SC), que liderou a votação para o Senado catarinense.
Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi eleito deputado federal por Santa Catarina com 131.555 votos. Atualmente vereador em Balneário Camboriú, ele terminou a eleição como o quarto candidato mais votado para a Câmara no estado.

Renato Bolsonaro também chega à Câmara dos Deputados
Renato Bolsonaro (PL-SP), irmão mais novo de Jair Bolsonaro, conquistou uma cadeira de deputado federal por São Paulo. Ele recebeu 379.312 votos e ficou em sexto lugar entre os candidatos mais votados no estado.
Capitão reformado do Exército, Renato já disputou cargos eletivos no Vale do Ribeira, em São Paulo. Ele foi vereador em Praia Grande na década de 1990 e concorreu anteriormente a vagas de vereador, prefeito e deputado.
Rogéria Bolsonaro (PL-RJ), ex-mulher de Jair Bolsonaro e mãe de Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro, não conseguiu se eleger deputada federal pelo Rio de Janeiro. Ela recebeu 65.496 votos na disputa pela Câmara.
Flávio Bolsonaro ficará sem mandato e sem foro privilegiado pela primeira vez desde 2003, quando iniciou seu primeiro mandato como deputado estadual no Rio de Janeiro. Investigado por lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas, ele se juntou nos Estados Unidos ao irmão Eduardo Bolsonaro, que vive no país desde fevereiro de 2025.