
Aguardem para os próximos dias a mais previsível das vigarices do Datafolha: uma pesquisa com Tarcísio de Freitas liderando a disputa para 2030.
É com ele que os jornalões vão operar a partir de agora. Começam a campanha para Tarcísio quatro anos antes da eleição, para se livrar dos Bolsonaros e iniciar a sabotagem do quarto governo de Lula.
A Folha e o Datafolha se juntaram à OAB e a outras ‘instituições’ desmoralizadas pela virada de Lula. O Datafolha não errou. Tentou ‘ajustar’ a vitória de Flávio Bolsonaro às expectativas do fascismo, da direita e das corporações de mídia.
Todos os grandes institutos fizeram esse ‘ajuste’. Tentaram adivinhar e até induzir o resultado da eleição e perderam. Deveriam fugir do país e fazer pesquisas para os filhos de Bolsonaro em Miami.

DESCOBERTA
Grandes nomes do jornalismo brasileiro descobrem agora, como se fizessem parte de um jogral de retardatários alienados, que o foragido não estava preparado para ser presidente.
É o que se repete em chamadas de capa dos jornalões. Com a mesma formulação. Descobriram agora, depois da fuga. Antes, estavam em dúvida.
Foram covardes para participar do alerta que mobilizou a maioria da população e deu a lavada de 4,4 milhões de votos da diferença de Lula para o miliciano.
Grandes jornalistas brasileiros das corporações colaboracionistas ficaram ‘neutros’ porque não sabiam quem era Flávio Bolsonaro. O povo mostrou que sabia, mas eles não sabiam nada. Covardes!!! Mil vezes covardes.
Originalmente publicado no blog de Moisés Mendes