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Biden diz que vai proteger direito de escolha da mulher se Suprema Corte derrubar aborto

Biden afirma que protejerá mulheres que decidirem abortar após proposta da Corte em derrubar lei de legaliza o procedimento
Presidente dos Estados Unidos Joe Biden
Foto: Saul LoebJoe

Nesta terça-feira (03), o presidente dos Estados Unidos Joe Biden falou pela primeira vez sobre decisão da Suprema Corte do país em acabar com lei que legaliza o abordo. A decisão, de permitir a interrupção da gravidez dos EUA foi instituída em 1970, um marco na luta por direitos no país. Biden reiterou que garantirá “direito das mulheres a escolher” caso a Suprema Corte do país derrube a lei que permite o aborto legal

Isso porque na última segunda-feira (02), o site Político obteve uma versão inicial, ainda não divulgada oficialmente, de um rascunho de relatório, o qual afirma que juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos votaram para derrubar a decisão da década de 1970 que garante o acesso ao aborto no país.

O presidente afirmou ainda que não sabe se o rascunho vazado é “genuíno” ou se reflete a decisão final da Suprema Corte e que a “justiça básica” demanda que a atual decisão favorável ao aborto não seja revertida.

“Acredito que o direito das mulheres a decidir (se mantém ou não uma gravidez) é fundamental. Minha administração sempre argumentou fortemente em defesa da (decisão) Roe contra Wade”, afirmou o chefe do estado americano em comunicado.

A medida histórica é conhecida como “Roe contra Wade”. O nome faz referência ao pseudônimo da autora da ação, uma mãe solteira grávida, e ao promotor contra quem ela lutava. A decisão, de legalizar o aborto, foi tomada em 22 de janeiro de 1973 pela Suprema Corte e estabeleceu que o direito ao respeito à vida privada garantido pela Constituição se aplicava ao aborto.

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