Logo DCM
Logo DCM
Apoie o DCM

O STF afirma: há partes do território que o Estado não controla. Por Gilberto Maringoni

Luiz Fux tem olhar sério, cabelos grisalhos, está sentado em uma das cadeiras do plenário do STF.
Ministro Luiz Fux, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Por Gilberto Maringoni

Numa semana repleta de casos vergonhosos para o país, eis que surge uma vergonha oficializada pelo Estado.

O protagonista da vergonha maiúscula é o ministro Luiz Fux, indicado pelo PT ao STF, sabe-se lá por quais predicados. Fux dirige um dos poderes da República e notabilizou-se pelo desassombro com que defende ganhos sempre adicionais para sua – digamos – categoria.

EIS O CASO: O presidente do STF decidiu cancelar uma palestra agendada para 3 de junho em Bento Gonçalves (RS), diante de protestos de empresários bolsonaristas associados ao CIC (Centro da Indústria, Comércio e Serviços). A conferência intitulada “Risco Brasil e segurança jurídica” seria realizada na sede da CIC. Segundo o site Poder 360, “Empresários ligados à entidade protestaram contra a presença do ministro”.

Em nota, o comando do poder Judiciário alega que o cancelamento se deu “por recomendação da equipe de segurança do STF. Mais adiante lê-se: “No caso de Bento Gonçalves, a palestra coincidiria com a montagem de um grande evento naquele município. Considerando que a segurança não teria como controlar o acesso e o trânsito dos convidados, a Secretaria de Segurança do STF contra-indicou a ida do Ministro Fux”.

Vamos dar o desconto da possível covardia do excelentíssimo Ministro. Ele não está sozinho nessa seara. Seu colega, Edson Fachin – também indicado pelo PT – já recuou diante de um mero tuíte de general golpista.

Estamos diante de algo gravíssimo! O Supremo Tribunal Federal está dizendo ao país que o poder de Estado é incapaz de controlar integralmente nosso território! Há um pedaço dele sob domínio de outra força.

Ficará por isso mesmo? O presidente Luiz Fux baixará a cabeça para um bando regional? Abdicará ele de uma prerrogativa garantida pelo Estado brasileiro a ferro e fogo desde a Independência, que é a unidade territorial? Foi decretado o caos como política oficial?

Clique aqui para se inscrever no curso do DCM em parceria com o Instituto Cultiva

Participe de nosso grupo no WhatsApp clicando neste link

Entre em nosso canal no Telegram, clique neste link