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“Grave ato de terrorismo”, diz vítima que viu explosão em evento com Lula na Cinelândia

Alckmin em discurso na Cinelândia

Em um evento que ocorreu em Cinelândia, no Rio de Janeiro, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), a segurança do local mão impediu que dois explosivos caseiros fossem lançados na direção do palco. O ato aconteceu antes da entrada de Lula no local e um suspeito foi detido e levado até a 5ª Delegacia Policial.

Em suas redes sociais, uma das vítimas da ação se manifestou sobre o caso e falou sobre o ferimento de sua esposa, que acabou ficando com uma queimadura grave no braço.

Confira abaixo o pronunciamento do indivíduo em questão e sua visão próxima da cena: 

 

”Sobre o artefato q explodiu no evento ontem na Cinelândia RJ, e que feriu minha esposa, gostaria de deixar o seguinte registro: a garrafa pet, contendo um líquido fétido, com 3 bombas de grande impacto arremessado do lado d fora da área cercada, caiu exatamente sobre nós – eu, minha esposa e uma amiga – e próximo de mais 3 / 4 pessoas.

O estopim aceso, queimou o braço de minha esposa, causando além da queimadura, um susto muito grande, pois não tínhamos ideia do q se tratava. Houve correria, todos se abrigaram, e ficamos aguardando a explosão.

Felizmente, as bombas estouraram no chão, e não junto de nossos corpos, o que teria causado ferimentos muito maiores. Mesmo que a intenção fosse nos sujar com o conteúdo da garrafa, é assustador que o ódio tenha sido maior que a sensatez de se imaginar que pessoas pudessem ter saído feridas (gravemente até), não só pela explosão, mas pelo pânico causado nas pessoas, q poderiam ser empurradas e pisoteadas, se o local atingido estivesse cheio de gente.

Por sorte, havia poucas pessoas ali, pois ficava na lateral do palco, e a visão era pouca, por isso uma posição menos procurada. Pode parecer exagero, mas considero um grave ato d terrorismo, pelo modus operandi, e por ter como alvo qualquer pessoa que ali estava, fosse crianças ou idosos. Aliás, estes sofreram susto maior, e várias senhoras passaram mal.

Um absurdo, uma barbárie como há muito não se via. Onde chegamos? Que ódio é esse que move essas pessoas. Não tenho intenção de causar pânico (continuaremos comparecendo a todos os eventos), mas sim de chamar a atenção das autoridades para reforçarem a segurança, e das pessoas em geral, para que busquem sensatez, que sejam racionais, e que o amor prevaleça, que a humanidade se restabeleça, e que o amor vê a o ódio. Passamos todos bem, apesar de tudo!”, publicou Roberto em suas redes sociais, detalhando o caso.

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