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Feliciano admite espalhar fake news sobre fechamento de igrejas caso Lula vença

Feliciano admite espalhar fake news sobre fechamento de igrejas caso Lula vença
Deputado federal Marco Feliciano (PL)
Foto: Reprodução

O deputado Marco Feliciano (PL-SP) admitiu que está espalhando que o PT pretende fechar igrejas caso o ex-presidente Lula volte ao poder A menos de dois meses da eleição, a notícia falsa se espalhou por igrejas evangélicas em São Paulo.

Durante um mês, a Rádio CBN visitou seis grandes denominações no estado, além de outras menores, e em todas fiéis disseram acreditar nesse boato.

“Conversamos sobre o risco de perseguição, que pode culminar no fechamento de igrejas. Tenho que alertar meu rebanho de que há um lobo nos rondando, que quer tragar nossas ovelhas através da enganação e da sutileza. A esmagadora maioria das igrejas está anunciando a seus fiéis: ‘tomem cuidado”, disse Feliciano, que é pastor da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

Durante um mês, a Rádio CBN visitou seis grandes denominações no estado, além de outras menores, e em todas fiéis disseram acreditar nesse boato. “Se a esquerda entrar, eles tentarão fazer isso, pois não gostam (dos evangélicos). Já vi nas redes sociais candidato falar que vai proibir a pregação em praças públicas”, afirmou Fátima Dantas, que é evangélica há 24 anos da comunidade da Igreja Quadrangular de Pari.

“Na época mais dura da pandemia, muitos quiseram fechar as igrejas, e o povo evangélico ficou assustado”, destacou Sônia Samaritana, que frequenta a igreja Nova Vida em Cristo, em Taubaté.

No entanto, Alice Cristina, que frequenta a Assembleia de Deus Ministérios Missões, em Guarulhos (SP), há pelo menos 30 anos, afirma que “na política, temos que pensar com razão e não com fé ou emoção”.

Apesar de todas as campanhas e ações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de combate às fakes news, tal método segue a todo fluxo nas redes sociais e em aplicativos de mensagens. Cabe lembrar que, na eleição presidencial de 2018 o uso da fake news e sua disseminação em massa em grupos de WhatsApp foi a principal ferramenta do então candidato Jair Bolsonaro (PL).

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