A controvérsia do imposto sobre produtos chineses. Por Moisés Mendes

Atualizado em 12 de abril de 2023 às 21:25
Empresas como Shopee, Shein e AliExpress estão envolvidas em controvérsia dos produtos chineses
Foto: Reprodução

É uma gritaria que precisa ser ouvida. A decisão do governo de tributar produtos chineses comprados diretamente pela internet irá beneficiar só os comerciantes que importam produtos da China a preço de banana e vendem aqui como se fossem joias das arábias?

O povo gritou nas redes e parece que o governo vai recuar. Lojas dos grandes varejos estão abarrotadas de produtos chineses que as redes brasileiras vendem por R$ 100, enquanto direto nos sites chineses custam R$ 30.

Ah, mas as lojas pagam imposto. Sim, pagam, mas não para que acabem triplicando os preços. E é pouco convincente o argumento de que há fraudes nessas compras. Se há fraudes, que sejam combatidas.

O certo é que não é uma conta simples. Importações de compras diretas devem ser tributadas, mas para que, com aumento de arrecadação, indiretamente beneficiem o povo, e não o varejo dos bilionários dos espelhinhos chineses.

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