A definição perfeita do governo Bolsonaro foi feita por portugueses: nacional-sanfonismo

Bolsonaro, líder do nacional-sanfonismo

Deve-se aos portugueses a definição perfeita para o regime de governo brasileiro: nacional sanfonismo.

Esse achado veio de um dos comentaristas do programa ”Governo Sombra”, do canal SIC, num debate sobre a inacreditável live em que Bolsonaro colocou o presidente da Embratur para tocar “Ave Maria”, de Schubert, na sanfona.

O sujeito prestava, em tese, homenagem às mais de 50 mil vítimas de coronavírus.

Resolveu convocar Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, para interpretar a peça.

Gilson ainda se meteu a cantar enquanto o chefe mexia nos papéis sem qualquer sinal de dor com relação aos mortos.

”A homenagem está ao nível de preocupação que ele tem demonstrado. Se fosse um chefe de estado preocupado com seus concidadãos o tributo seria uma missa de réquiem, quarenta salvas de canhão… Mas ele usa uma sanfona. Isso é o chefe de Estado de um país que não é uma microrrepública com 500 mil habitantes. É um dos grandes países do mundo”, disse um dos jornalistas.

A única certeza é de que ainda vamos descer mais.

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