A evolução de Rebeca Andrade entre o Rio 2016 e Tóquio 2020

Rebeca Andrade nas Olimpíadas — Foto: Ricardo Bufolin/ Panamerica Press/ CBG

Rebeca Andrade conquistou a medalha de ouro para o Brasil no solo. A ginasta fez a festa de todo o país na manhã de hoje (1º) ao garantir o primeiro lugar. Mas muito mais que a vitória, existe a revolução da atleta em cinco anos.

Ainda que o ciclo olímpico, por questões da Covid-19, tenha durado cinco e não quatro anos, a mudança de patamar é nítida. Em 2016, Rebeca foi muito elogiada por seu desempenho – muito aquém da disputa de uma medalha.

Para se ter uma ideia, naquela ocasião, a atleta encheu o time de orgulho ao terminar o individual geral em 11ª. O resultado foi considerado muito bom para quem estreava numa Olimpíada tão nova.

Rebeca Andrade nas Olimpíadas

Agora, em Tóquio 2020, no novo ciclo, ela foi prata na mesma categoria. Ela já havia feito bonito o suficiente para deixar sua marca para sempre na ginástica brasileira. Tanto que foi parabenizada por uma das maiores ginastas do mundo.

Mas a atleta não estava satisfeita e queria ir além. No solo, categoria em que sequer esteve na final em 2016, Rebeca conquistou o ouro e colocou o Brasil no topo do mundo. Graças à força dela e da família.

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