A Michelle projetada para 2030 só existirá com a derrota de Flávio em 2026. Por Moisés Mendes

Atualizado em 25 de junho de 2026 às 16:36
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Foto: Divulgação

Nenhum dos enteados tem condições de reagir ao vídeo de Michelle. É um massacre com uma capacidade de argumentação que ninguém tem na direita.

O vídeo é uma prova da superioridade política dela na família e, pela perda de controle, da total degradação de Bolsonaro.

Michelle se fortalece para 2030, sabendo que não há como substituir Flávio nessa eleição, porque a direita ficaria rachada em uma dúzia de pedaços.

A fala do vídeo é para firmar posição e pensar mais adiante. A Michelle com maiores ambições só existirá em 2030 se Flávio for derrotado em 2026.

Ela se credencia a ser a rearticuladora da direita sem Bolsonaro. O problema imediato é dos enteados. O problema de médio prazo é das esquerdas e da democracia.

Até pouco tempo atrás ninguém imaginaria que a aposta evangélica de chegar ao poder envolveria uma mulher, num ambiente terrivelmente machista.

A Michelle ajudadora desafiou o marido, os enteados, Malafaia, Edir Macedo, o centrão e toda a base de machos inseguros do bolsonarismo.

Os estragos acontecerão durante dias, meses e até a eleição. A fraqueza dos filhos cruéis de Bolsonaro nunca foi tão exposta por quem os conhece.

A madrasta diz, referindo-se aos enteados: “Eu sei mais do que eles pensam”. Que Michelle tenha uma boa proteção, além da que Deus lhe assegura.

Nenhum dos enteados tem condições de reagir ao vídeo de Michelle. É um massacre com uma capacidade de argumentação que ninguém tem na direita.

O vídeo é uma prova da superioridade política dela na família e, pela perda de controle, da total degradação de Bolsonaro.

Michelle se fortalece para 2030, sabendo que não há como substituir Flávio nessa eleição, porque a direita ficaria rachada em uma dúzia de pedaços.

A fala do vídeo é para firmar posição e pensar mais adiante. A Michelle com maiores ambições só existirá em 2030 se Flávio for derrotado em 2026.

Ela se credencia a ser a rearticuladora da direita sem Bolsonaro. O problema imediato é dos enteados. O problema de médio prazo é das esquerdas e da democracia.

Até pouco tempo atrás ninguém imaginaria que a aposta evangélica de chegar ao poder envolveria uma mulher, num ambiente terrivelmente machista.

A Michelle ajudadora desafiou o marido, os enteados, Malafaia, Edir Macedo, o centrão e toda a base de machos inseguros do bolsonarismo.

Os estragos acontecerão durante dias, meses e até a eleição. A fraqueza dos filhos cruéis de Bolsonaro nunca foi tão exposta por quem os conhece.

A madrasta diz, referindo-se aos enteados: “Eu sei mais do que eles pensam”. Que Michelle tenha uma boa proteção, além da que Deus lhe assegura.

Moisés Mendes
Moisés Mendes é jornalista em Porto Alegre, autor de “Todos querem ser Mujica” (Editora Diadorim) - https://www.blogdomoisesmendes.com.br/