A vítima bebeu? Vem aí a tese de Hamilton Mourão. Por Moisés Mendes

Atualizado em 13 de julho de 2022 às 20:11
Mourão diz que cláusula de barreira
O vice-presidente Hamilton Mourão.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A tese do general Hamilton Mourão e de Bolsonaro, de que o fascista de Foz de Iguaçu participou de uma briga depois de bebedeiras, começa a prosperar.

O advogado do assassino quer um exame que aponte se Marcelo Arruda ingeriu bebida com álcool antes de ser morto.

Marcelo estava na festa de aniversário dele. O matador foi até a porta da festa para provocá-lo. Saiu e voltou para invadir a festa. Invadiu o local atirando e matou o aniversariante.

E agora a polícia vai tentar saber se Marcelo bebeu na sua festa de aniversário em que foi morto por um bolsonarista que talvez nem tenha bebido e que agiu como assassino não por ser bêbado, mas por ser bandido.

O que pode acontecer? Marcelo Arruda pode ser o culpado por ter bebido no dia em que fazia 50 anos. Duvidam?

(Texto originalmente publicado no Blog do Moisés Mendes)

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