Abraçado a Doria, Mandetta, Huck, Amoedo e cia., Ciro diz que ‘vê sinais’ em Joe Biden

Joe, o mestre dos mestres. Foto: Wikimedia Commons

Acompanhar Ciro nas redes sociais é a melhor forma de desopilar o fígado nesses tempos bicudos. Afinal, rir não faz mal nem custa nada.

Na semana passada, empolgado, mandou um telegrama à Rainha da Inglaterra lamentando a morte do marido, príncipe Philip.

Não esqueceu, naturalmente, de pedir para a assessoria traduzir para o português, afinal a quase maioria dos leitores no Brasil, público que ele queria atingir, não domina o idioma da monarca – e esta não iria mesmo ler a missiva.

Ainda no embalo dos líderes de fora, Ciro tirou a manhã desta terça, 20, para elucubrar sobre o que acontece nos Estados Unidos.

“Vejo sinais”, escreveu ao compartilhar uma reportagem dando conta de que Joe Biden, presidente americano, está a cada dia mais disposto a enterrar os 40 anos de neoliberalismo que levaram os EUA, guardadas as devidas proporções, obviamente, ao fracasso como Nação.

Logo Ciro, que em 31 de março último se juntou a Eduardo Leite (PSDB), João Amoêdo (Novo), João Doria (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Luciano Huck (sem partido) para construir um manifesto pela democracia.

Um por um de seus parceiros moveram mundos e fundos no 2o turno para garantir a vitória de Bolsonaro nas eleições presidenciais de 2018, defendendo o modelo neoliberal adotado por Guedes e que levou o país à bancarrota.

De fato faz sentido Ciro ver sinais nos trejeitos de Biden: afinal, quem melhor que ele entende de neoliberalismo no Brasil?

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