Bastidores mostram como aliados de Flávio tumultuaram debate e Band se omitiu

Atualizado em 19 de outubro de 2026 às 8:36
Flávio Bolsonaro faz dancinha; ao lado de Marçal, Pavanato xinga aliados de Lula enquanto se filma para as redes sociais. Foto: reprodução

Gritos, insultos e provocações marcaram a participação de aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no debate presidencial da Band, realizado neste domingo (18). Pablo Marçal, Lucas Pavanato (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG) estiveram entre os envolvidos nos tumultos que acompanharam o confronto entre o senador e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Expressões como “Expulsa o Sidônio!”, “Cala a boca, perdedor!” e “Sai daí!” foram proferidas livremente sem que ninguém da organização tomasse uma atitude firme.

Lucas Pavanato provocou o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), chamando-o de “Taxad” e de “demitido”. Haddad reagiu dando tapinhas no rosto do parlamentar, que continuou com os insultos.


Sidônio Palmeira, responsável pela comunicação do governo Lula, se envolveu em uma discussão com Fábio Portela, integrante da equipe de Flávio Bolsonaro. Os dois ficaram frente a frente no palco durante um intervalo, e Sidônio afirmou: “Não encosta em mim, que eu não quero falar com você”.

Nikolas Ferreira fez gestos pedindo silêncio à primeira-dama Janja da Silva. Pablo Marçal, coach de Flávio Bolsonaro no debate, se comportou como um delinquente o tempo todo.

O confronto presidencial, realizado a uma semana do segundo turno das eleições, terminou acompanhado por discussões entre assessores, parlamentares e apoiadores dos candidatos.

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