
A cidadã estadunidense Jessika Martin, conhecida nas redes como “Gringa do Alaska”, viralizou nesta sexta-feira (03) ao relatar que passou 12 dias internada em um hospital do SUS, no Rio de Janeiro, e se surpreendeu com o atendimento recebido no sistema público brasileiro.
Gestante, Jessika disse que teve um problema de saúde e precisou permanecer no hospital. Ela afirmou que a internação mudou sua visão sobre o Sistema Único de Saúde: “Esta é minha primeira real experiência no SUS e mudou completamente minha perspectiva”.
No vídeo, a americana contou que ficou ansiosa por precisar de atendimento hospitalar em outro país. A preocupação vinha da experiência que ela diz ter vivido nos Estados Unidos, onde descreve a relação entre hospital e paciente como impessoal.
“Nos Estados Unidos, eu sinto que você é tratado como um ‘cliente’. A relação entre o hospital e o paciente é extremamente fria”, afirmou Jessika ao comparar o atendimento americano com o que recebeu no Rio.
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Internação no Rio mudou percepção sobre o SUS
Jessika disse que a equipe do hospital brasileiro a tratou de forma humanizada durante a internação. “Toda a equipe do hospital me trata como se eu fosse ‘humana’, como se eu fosse uma pessoa e não um cliente”, declarou.
A gestante também destacou a gratuidade do atendimento após quase duas semanas internada. “Como americana, é uma loucura pensar que, depois de ficar no hospital por duas, três semanas, eu vou pra casa e não tenho que pagar nada. É completamente gratuito!”, disse.
O depoimento ganhou circulação nas redes sociais e levou usuários a discutir diferenças entre o atendimento público brasileiro e a lógica de cobrança comum nos hospitais dos Estados Unidos, país de origem de Jessika.
No fim do relato, ela associou a experiência no hospital à impressão que já tinha sobre o país: “Eu sabia que a cultura brasileira é muito acolhedora, mas estar no hospital me surpreendeu ao ver como sou bem tratada”.