
Apoiadores de Donald Trump acreditam que Barron Trump, o filho mais novo do presidente dos EUA, poderia ter um papel decisivo em uma eventual tomada da Groenlândia pelos Estados Unidos.
Segundo essa visão, bastaria que Barron fizesse um movimento específico para que o território passasse ao controle americano.
Trump voltou a sugerir que Washington deveria assumir a Groenlândia. No último fim de semana, ele reforçou a ideia, afirmando que a ilha é estratégica para a segurança dos EUA. A declaração levou a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, a alertar que qualquer ataque americano significaria o colapso da Otan.
Para alguns aliados de Trump, porém, o caminho para a aquisição do território estaria dentro da própria família do ex-presidente.
A teoria, que viralizou nas redes sociais, sustenta que, se Barron Trump se casasse com a princesa Isabella da Dinamarca, a Groenlândia seria entregue aos Estados Unidos como parte de um dote. Segundo os defensores da ideia, essa “união real” entre Barron, de 19 anos, e Isabella, de 18, resolveria de forma simples o antigo desejo de Trump de obter o território.
A especulação ganhou força entre apoiadores do movimento MAGA, que passaram a compartilhar imagens geradas por inteligência artificial mostrando Isabella vestida de noiva ao lado de Barron, usando um smoking.
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Barron Trump should marry Princess Isabella of Denmark to acquire Greenland as a "dowry" are circulating primarily as social media commentary and memes within MAGA circles.
This narrative has gained traction due to a combination of real-world geopolitical tensions… pic.twitter.com/8ScYVMr1jt
— Nucleus (@nucleusnewss) January 8, 2026
Um usuário da rede X escreveu: “A solução diplomática mais simples é Barron Trump se casar com a princesa Isabella da Dinamarca, e a Groenlândia ser entregue à América como dote”. Outro comentou: “Barron Trump deveria se casar com a princesa Isabella e a Groenlândia vir para os EUA como dote? Sinceramente, parece o acordo diplomático mais fácil de todos”.
Outros usuários ironizaram a proposta, dizendo que esse tipo de arranjo só faria sentido em tempos medievais. Um deles brincou: “Ele é alto demais para ela”.
Na terça-feira, seis aliados europeus manifestaram apoio à Dinamarca. Em nota conjunta, líderes do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha e da própria Dinamarca afirmaram que “a Groenlândia pertence ao seu povo, e apenas a Dinamarca e a Groenlândia podem decidir sobre assuntos relativos à relação entre ambos”.