Após chacina no RJ, Renan Calheiros detona Bolsonaro: “Copia o nazismo”

Atualizado em 26 de maio de 2022 às 12:44
Senador Renan Calheiros e presidente Jair Bolsonaro
Foto: Reprodução

Na manhã desta quinta-feira (26), o senador Renan Calheiros (MDB) escreveu em suas redes sociais criticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL) em relação a militarização e apoio e fomento a políticas e práticas de violência policial. Na mesma publicação ele destaca que o presidente “copia o nazismo” em ações e falas. Além disso ele comentou sobre os dois casos de violência e má conduta de policiais e questiona a presença, em ambos os casos, da Polícia Federal Rodoviária.

“Bolsonaro copia o nazismo: na mentira, militarização, culpar a esquerda pelos fracassos, perseguir minorias e agora aplaude o extermínio e a matança. O que faz PRF em operações de fuzilamento no RJ e execuções com gás em SE? Os nazistas não passarão”, escreveu através de seu perfil no Twitter.

 

 

Ele fez referência aos dois casos recentes de violência de policial no país. O primeiro foi a chacina que aconteceu no início da manhã da última terça-feira (24), em operação policial na Vila Cruzeiro, no complexo da Penha. Até o momento, 25 pessoas morreram no confronto, dentre eles uma moradora da região, de 41 anos e também um menor de idade. A chacina já é considerada a segunda mais letal da história do estado, atrás da ação na favela do Jacarezinho, com 28 óbitos, em 2021. Ambas aconteceram em apenas um ano de gestão do governador Cláudio Castro (PL).

O outro caso aconteceu na última quarta-feira (25), um homem foi morto após ter sido imobilizado e preso em porta-malas com um gás em viatura policial em Umbaúba (SE). De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Aracajú, a vítima, de 38 anos, morreu por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda após abordagem violenta de policias da Policia Rodoviária Federal (PRF).

O resultado da análise foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública na manhã desta quinta-feira (26). Segundo a família, a vítima sofria de esquizofrenia e tomava remédios controlados há cerca de 20 anos. O nome dos policias ainda não foram divulgados.

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