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Após troca de acusações, Petro visitará a Casa Branca em fevereiro, diz Trump

Publicado por
Diario do Centro do Mundo
-
Atualizado em 9 de janeiro de 2026 às 19:26
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Gustavo Petro, presidente da Colômbia, e Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (9) que o líder colombiano Gustavo Petro visitará a Casa Branca na primeira semana de fevereiro. A confirmação foi feita diretamente pelo republicano e ocorre após meses de tensão entre os dois governos, que só começaram a ser superados após uma longa conversa telefônica nesta semana.

“Tenho certeza de que [a visita] será muito boa para a Colômbia e para os Estados Unidos, mas a cocaína e outras drogas DEVEM SER IMPEDIDAS de entrar nos Estados Unidos”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

Histórico recente de tensão entre Washington e Bogotá

Ao longo do ano passado, Trump e Petro trocaram declarações agressivas. Houve episódios como a retirada do visto de Petro pelos Estados Unidos após uma intervenção pública em Nova York e a perda da certificação norte-americana da política antidrogas colombiana, elemento central da cooperação militar entre os países.

Petro também criticou Trump desde o início do segundo mandato do republicano, afirmando que haveria uma guinada dramática na política externa dos EUA para a região. Durante esse período, Trump retomou expressões como “o quintal dos EUA” e intensificou ações navais no Caribe, incluindo ataques a supostas embarcações do narcotráfico, o que elevou ainda mais as tensões.

Mudança de postura e possível cooperação militar

Após a ligação telefônica de mais de uma hora, o clima entre os dois mandatários mudou rapidamente. Em poucas horas, Petro passou de alvo das críticas de Trump — que dizia que ele deveria “cuidar do próprio traseiro” — para interlocutor direto em propostas de medidas militares conjuntas e esforços de mediação com a Venezuela.

Segundo o ministro do Interior colombiano, Armando Benedetti, Estados Unidos e Colômbia passaram a estudar “ações conjuntas” contra o Exército de Libertação Nacional (ELN), indicando possível aprofundamento da cooperação na área de segurança.

O sequestro de Nicolás Maduro pelos EUA também provocou reação imediata de Petro, que expressou alarme com a operação. Nesta sexta-feira, o presidente colombiano pediu à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que enfrentem “juntos” o narcotráfico.

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