
Claudia Leitte saiu em defesa de Neymar após a eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo. A cantora publicou nas redes sociais uma homenagem ao camisa 10, exaltou sua trajetória na Seleção Brasileira e afirmou que ele continua sendo um exemplo para jovens jogadores.
Na publicação, Claudia disse que o choro de Neymar depois da derrota não foi apenas dele, mas também “das crianças e de todo o Brasil”. A cantora afirmou que a “taça” do atacante não foi a Copa, e sim a capacidade de continuar em campo após lesões, quedas e críticas ao longo da carreira.
A artista também relembrou marcas importantes do jogador. Ela citou o posto de maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, os gols em quatro edições de Copa do Mundo, a conquista da Copa das Confederações de 2013 e o ouro olímpico nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.
“Você é um exemplo dentro de campo para tantos jovens que têm o mesmo sonho que o seu: se tornar um grande ídolo da seleção”, escreveu Claudia. Ela também chamou Neymar de “menino boleiro sem chuteiras” que acreditou até o fim e encerrou a mensagem com a frase em inglês “remember who you are”, ou “lembre-se de quem você é”.

A homenagem foi curtida pelo próprio Neymar, mas dividiu seguidores da cantora. Nos comentários, parte do público criticou a escolha de Claudia e apontou que outros jogadores da Seleção também mereciam reconhecimento após a eliminação. Alguns ainda ironizaram a relação de Neymar com casas de apostas e disseram que a defesa ao jogador era difícil.
O Brasil caiu diante da Noruega por 2 a 1, com dois gols de Erling Haaland. Neymar marcou de pênalti nos acréscimos, mas deixou a Copa sob críticas por sua participação nos minutos finais e pelo bate-bate com o goleiro norueguês antes da cobrança.
A postagem de Claudia Leitte reforça a divisão em torno de Neymar no fim de sua trajetória em Copas. Para seus defensores, o camisa 10 segue como símbolo de talento e superação. Para os críticos, a eliminação consolidou a sensação de que a Seleção passou tempo demais presa à expectativa de que ele ainda pudesse carregar o Brasil.