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Um bolsonarista condenado a 24 anos de prisão por matar a mulher foi encontrado em um acampamento em frente ao 4⁰ Batalhão de Infantaria e Selva, em Rio Branco, segundo informações do jornal AC 24 Horas.
O vídeo de uma nova manifestação no local circulou nas redes sociais na noite do último domingo (25), que mostra um grupo questionando o trabalho da Polícia Militar do Acre, que monitora os atos golpistas. Eles acusaram o comandante da PM do Acre, coronel Luciano Dias, de estar trabalhando em conjunto com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
No vídeo, porém, uma pessoas chama atenção. Trata-se de Giani Justo de Freitas, condenado em 2019 a mais de 19 anos de prisão pela morte da sua então esposa, a engenheira civil Silvia Raquel Mota, que foi encontrada sem vida dentro de uma caixa d’água localizada no bairro Wanderley Dantas, em Rio Branco, em agosto de 2014.
Em 2021, a justiça determinou o aumento da pena para 24 anos. Atualmente, porém, o réu recorre a condenação em liberdade.
A mudança na condenação de Freitas ocorreu após uma apelação do Ministério Público do Acre e acatada pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. O bolsonarista foi condenado por homicídio qualificado em regime inicial fechado.
O motivo apontado para o crime seria porque Freitas não aceitava o fim do relacionamento. O MP entrou com recurso para que a pena fosse aumentada destacando que o réu agiu com frieza e planejou a morte da ex-mulher. A apelação foi interposta pelo promotor de Justiça Teotonio Rodrigues Soares, que pediu que Freitas começasse imediatamente a cumprir pena.
No entanto, o pedido foi negado pela Justiça e Freitas segue em liberdade enquanto aguarda o transitado e julgado da condenação.