Bolsonaro é a grande unanimidade do Rock in Rio: em todo show ele foi mandado tomar no c*

O Rock in Rio teve uma unanimidade: Jair Bolsonaro.

Todos os shows, até nos dos velhos metaleiros — os caras dos Scorpions e do Iron Maiden não têm mãe pra mandar eles tomarem vergonha e ir pra casa? –, tiveram o coro mandando o presidente tomar no c*.

Virou hino.

Se o Live Aid teve “We Are The Champions”, o Rock in Rio tem “Ei, Bolsonaro, VTNC”.

Os apresentadores do Multishow nem disfarçam mais.

Titi Müller, a mais espirituosa e inteligente da turma, fez questão de pôr o microfone na direção da plateia enquanto ela saudava Jair.

“Galera pedindo Anitta demais!”, dizia, rindo (veja no pé).

A banda Francisco El Hombre cantava sobre “esse cara escroto, cu de esgoto”. O público pulava junto.

Em nove meses, Bolsonaro já sai consagrado de um dos maiores festivais de música do mundo.

É o Freddie Mercury do mundo bizarro.

Não é para qualquer um. É para o messias.

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