Bolsonaro, o porco, comemora mil mortes limpando o nariz no braço e cumprimentando idosa. Por Kiko Nogueira

Porco

O governo Bolsonaro é pleno de simbologia em sua iniquidade, mas poucas imagens conseguirão resumi-lo neste momento quanto a captada hoje num passeio do sujeito em Brasília.

Numa aglomeração por área residencial e comercial, o cidadão esfregou a mão no braço antes de cumprimentar uma senhora de idade (aliás, que diabos ela estava fazendo ali??).

Atentou contra todas as recomendações e protocolos para evitar a contaminação do coronavírus e ainda fez troça.

Perguntado sobre o que foi fazer no Hospital das Forças Armadas, respondeu: “Teste de gravidez”. 

Visitou uma farmácia e disse que ninguém iria tolher seu “direito de ir e vir”, algo que não inclui colocar a vida alheia em risco.

Fez tudo isso no dia em que chegamos a 1057 mortos e 20 mil casos. Cuspiu nos cadáveres e nas famílias.

Bolsonaro não é invulnerável.

Para andar assim por aí, ou ele está com o vírus sem apresentar sintomas, ou é simplesmente um idiota irresponsável.

Provavelmente, os dois.

Se o seu teste deu negativo, ele corre grande risco de pegar. Se positivo, está passando ao gado.

O que resta evidente é sua pulsão pela morte e por atirar seus fieis no chiqueiro.

Porco. Repito: porco.

Até quando?

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