
O jornalista e escritor Breno Altman, fundador do portal Opera Mundi, publicou reflexão sobre o cenário político e as disputas internas no campo progressista no X. Para ele, parte da chamada esquerda radical parece adotar uma postura que pode enfraquecer o bloco popular em um momento decisivo.
“Há vozes da ‘esquerda radical’ – não todas, talvez a minoria – que parecem desejar a derrota de Lula para a direita. Possivelmente considerem o fracasso do PT como decisivo para seu próprio sucesso junto aos trabalhadores, que lhes passariam a dar ouvidos. Isso pode, produção?”, escreveu.
“A batalha que se trava é duríssima. Uma vitória da extrema direita em outubro seria retrocesso incalculável. A esquerda precisa de unidade, mesmo na divergência. O clima de guerra santa entre as forças populares, preferido por alguns webradicais e webpetistas, é veneno na veia.”
Na análise do jornalista, “pode-se escolher, no debate de esquerda, o seguidismo, a crítica ou o combate. No primeiro caso, está quem avaliza qualquer postura dos líderes e repudia a divergência. Na segunda, quem mantém a aliança, mas demarca diferenças. Na terceira, quem trata o diferente como inimigo.”
O influenciador webcomunista Jones Manoel sentiu e rebateu: “Eu já acho, meu amigo, que quem deseja a derrota de Lula são os defensores no governo de privatização de rios, juros em 15%, 3 milhões na fila do INSS (e gente do governo falando em novo reforma da previdência) e outras aberrações como a aproximação com o G20.”
Eu já acho, meu amigo, que quem deseja a derrota de Lula são os defensores no governo de privatização de rios, juros em 15%, 3 milhões na fila do INSS (e gente do governo falando em novo reforma da previdência) e outras aberrações como a aproximação com o G20.
— Jones Manoel – YouTube: Farol Brasil (@jonesmanoel_PE) February 12, 2026